O ÓLEO DE COCO É UM VENENO?

Por Flávio Passos com a colaboração de Pedro Ivo

De tempos em tempos circulam pela mídia boatos sensacionalistas afirmando que óleo de coco pode trazer danos para a saúde. Como já respondi e esclareci essa questão diversas vezes nas mídias sociais, decidi criar um artigo mais completo e definitivo – verdadeiramente embasado na ciência mais atual – sobre este tipo de polêmica. Assim sendo, poderá servir de referência sempre que informações deturpadas e falsas sobre o óleo de coco sejam divulgadas.

Sinta-se à vontade para recomendar este artigo para aqueles que ainda estão confusos ou tem dúvidas sobre o assunto.

 

“O óleo de coco é um veneno puro”

Foi o que disse Karin Michels, PhD e professora de Harvard, em uma conferência que está no youtube.

Desde que o vídeo foi ao ar, esta afirmação foi repetida e espalhada de modo viral pela internet tornando-se título de milhares de manchetes sensacionalistas ao redor do mundo. Por ser de autoria de uma professora de Harvard (Harvard TH Chan School of Public Health), para muitos, a declaração ganhou status de verdade.

Mas, embora ela seja realmente uma professora, e de Harvard, será que isso torna Karin uma autoridade no assunto?

Vejamos: ela não é médica, nutricionista, nem mesmo bióloga. Seu PhD é em Bioestatística, sendo sua especialidade a Estatística – manipulação de números – e não o estudo de dietas, gorduras e óleos.

De acordo com seu perfil no website da Harvard, parece que ela nunca publicou nenhum artigo científico sobre gordura saturada, muito menos sobre o óleo de coco. Seus comentários não se fundamentam em nenhuma de suas pesquisas publicadas, mas simplesmente expressam uma opinião – baseada em teorias ultrapassadas sobre as gorduras saturadas.

Não é um estudo científico, não é um ensaio clínico randomizado, não é sequer um estudo observacional, é a opinião dela em uma palestra no YouTube.

Michels chama o óleo de coco de “veneno puro”, dizendo que é “um dos piores alimentos que se pode consumir” porque é cheio de gordura saturada, e os “ácidos graxos saturados podem obstruir suas artérias”. Ela ainda afirma que “não há um estudo que prove benefícios significativos à saúde a partir do consumo do óleo de coco”.

O raciocínio dela é simples, e infelizmente, não é incomum: o óleo de coco é uma gordura saturada, gorduras saturadas aumentam o colesterol, que se deposita nas artérias, portanto, o óleo de coco entope as artérias.

Além disso, ainda afirma que não há estudos que demonstrem que o consumo do óleo de coco traga qualquer benefício para a saúde.

Vamos examinar o que a ciência realmente diz sobre cada uma destas afirmações.

“AS GORDURAS SATURADAS CAUSAM DOENÇA CARDÍACA”

Venho há anos buscando esclarecer este mito, que, apesar de décadas de ciência sólida e milhares de profissionais empenhados, ainda perdura, e periodicamente parece renovar seu fôlego através de declarações de autoridades ou entidades oficiais desatualizadas (ou patrocinadas pela indústria de óleos processados).

Foi justamente por isso que escrevi o artigo ÓLEO DE COCO – ESCLARECENDO COM EMBASAMENTO CIENTÍFICO , já abordando muitos dos equívocos que circundam esses tipos de posicionamento.

Vamos direto ao ponto: Nunca houve um estudo sério publicado que tenha sido capaz de demonstrar que as gorduras saturadas ou o óleo de coco causem doença cardíaca. A hipótese que associa a gordura saturada alimentar às doenças cardíacas se popularizou nas últimas seis décadas tendo como base a ideia de que o colesterol alto seja o causador de doenças cardíacas.

Mesmo que algumas gorduras saturadas possam aumentar o colesterol no sangue, isso não significa de modo algum que contribuam para qualquer tipo de doença.

Ainda que pesquisadores tentem, sem sucesso, provar a hipótese de que o colesterol cause doenças por mais de meio século, o fato é que o oposto ocorreu: estudos rigorosos mostram claramente que o colesterol não pode ser considerado um vilão, como se pensava, afinal é uma substância vital e necessária para o organismo.

O assunto do colesterol é vasto e precisa de um artigo detalhado, para que você possa entende-lo melhor, sugiro baixar gratuitamente o e-book “COLESTEROL: MITOS E VERDADES ” , que desconstrói este mito, desde os experimentos rudimentares que deram origem à ideia, até as pesquisas mais recentes.

De modo extremamente resumido, o colesterol é usado pelo corpo para sintetizar diversos hormônios como o estrogênio, a progesterona e a testosterona.

É também o colesterol que interage com os raios do sol para produzir a vitamina D, um pró-hormônio responsável por regular mais de 2000 funções do corpo, incluindo a imunidade, a fixação de cálcio nos ossos e a saúde do cérebro.

O colesterol é encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais e funciona como antioxidante protegendo tecidos e restaurando as paredes arteriais.

É de tamanha importância que entre 80% e 90% é fabricado pelo próprio corpo. Portanto, o colesterol ingerido através da alimentação tem um impacto muito pequeno sobre os níveis de colesterol sanguíneo.

Segundo os estudos mais recentes, uma pequena parcela do colesterol LDL pode se alterar e ter efeitos nocivos e se depositar nas artérias.

Mesmo assim, uma análise de mais de 136 mil pacientes feita em 2009, mostrou que quase a metade dos pacientes que foram hospitalizados com problemas cardíacos tinham o LDL normal ou baixo.

Está muito claro que o desenvolvimento de doenças cardíacas não tem relação alguma com a ingestão de gorduras naturais e cada vez mais as pesquisas apontam que dentre as principais causas destas e de outras doenças estão o consumo excessivo de carboidratos concentrados e de óleos vegetais inflamatórios ultraprocessados, como de milho, soja, canola e gordura vegetal hidrogenada, sim, esses mesmos que algumas instituições e associações médicas recomendam para prevenir doenças cardíacas.

Além de tudo isso, foi mostrado que as gorduras saturadas e, em particular, o óleo de coco, aumentam o HDL, que ficou conhecido como “colesterol bom”, já que níveis mais altos indicam menores chances de problemas cardiovasculares. A razão entre o colesterol total e o HDL é considerada um dos indicadores para o risco de doença cardíaca. O óleo de coco aumenta o HDL, diminuindo a razão entre este e o colesterol, sinalizando menor risco.

Fica evidente que a professora Karin Michels não tem acompanhado as informações científicas mais atuais sobre o óleo de coco, colesterol ou as gorduras e os óleos em geral.

Recentemente, pesquisadores da Escola de Medicina Clínica da Universidade de Cambridge publicaram um estudo sobre a relação entre o óleo de coco e o risco de cardiopatia. Os pesquisadores compararam os efeitos do óleo de coco com a manteiga e o azeite de oliva. A manteiga foi escolhida para representar uma gordura animal altamente saturada e o azeite de oliva extravirgem foi escolhido por ser geralmente considerado como uma das gorduras mais saudáveis que existem.

O estudo envolveu 96 participantes que foram levados a consumir 50 g (cerca de três colheres de sopa) de cada um dos três óleos por quatro semanas como parte de sua dieta regular. Os pesquisadores verificaram que o óleo de coco aumentou o colesterol HDL protetivo sem afetar o LDL (também chamado de colesterol ruim). O óleo de coco baixou a razão entre o colesterol e o risco de cardiopatia mais do que as outras duas gorduras, indicando que é ainda mais amigo do coração do que o azeite de oliva extra virgem.

Nos últimos anos, numerosos estudos exoneraram a gordura saturada como a causa de cardiopatia e dissiparam a hipótese obsoleta da relação entre gordura alimentar e doença cardíaca. No ano passado, o Lancet, um dos periódicos médicos mais prestigiados do mundo, publicou um estudo envolvendo um time de 37 pesquisadores de 18 países. Eles reuniram dados de 135.000 pacientes para avaliar o risco de doença cardíaca relacionado à ingesta de gordura. Eles verificaram que o consumo de gorduras protegeu contra doença cardíaca e aumentou a expectativa de vida. Aqueles indivíduos que diminuíram o consumo de gorduras, incluindo as gorduras saturadas, apresentaram uma expectativa de vida menor do que aqueles que consumiam óleo de coco, manteiga, queijo e carnes. O consumo de altos níveis de todas as gorduras diminuiu as taxas de mortalidade em até 23%. Os pesquisadores relataram que não foi verificada nenhuma correlação entre o consumo de gordura saturada e doenças coronárias, e que as restrições dietéticas atuais com relação às gorduras saturadas deveriam ser revisadas.

Este não foi o único estudo que solicitou uma revisão sobre a recomendação de se restringir as gorduras saturadas. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition (Periódico Americano de Nutrição Clínica), um ano antes, investigou se o consumo de gordura saturada estava associado com doença cardíaca isquêmica. O estudo envolveu 35.597 participantes. Os pesquisadores também concluíram que uma ingestão elevada de gordura saturada não foi associada com o risco aumentado de doença cardíaca isquêmica.

Em 2010, foi publicada a revisão mais completa das pesquisas médicas sobre gorduras saturadas jamais feita até o momento, que mostrou claramente que as gorduras saturadas não causam cardiopatia. O estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition analisou todos os estudos anteriores com os dados para as ingestas de gorduras saturadas e o risco de doença cardiovascular. Esta meta-análise combinou os dados de 21 estudos publicados anteriormente, envolvendo mais de 347.000 indivíduos. O estudo mostrou que não houve conexão entre o consumo de gordura saturada e doença coronária. Os indivíduos que consumiam uma maior quantidade de gordura saturada não eram mais propensos a sofrer de um ataque cardíaco ou infarto do que aqueles que consumiam a gordura saturada em menor quantidade. Não importava quanta gordura saturada um indivíduo consumisse, a incidência de doença cardíaca não era afetada.

Quatro anos depois, um grupo diferente de pesquisadores da Universidade de Cambridge publicou uma outra meta-análise. Dessa vez, os pesquisadores combinaram os dados de 72 estudos publicados anteriormente, envolvendo mais de 600.000 participantes de 18 países. Os pesquisadores basicamente combinaram todos os estudos de mais alta qualidade sobre gorduras e dieta que já haviam sido efetuados nas últimas décadas, e analisaram todos eles. Os resultados confirmaram a meta-análise anterior – não há conexão entre a ingesta de gordura saturada e doença cardíaca.

Os estudos não deixam margem para dúvidas: nem a gordura saturada nem o óleo de coco podem causar ou promover a cardiopatia. Quando muito, ajudam a proteger contra doença cardíaca.

“O ÓLEO DE COCO É UM VENENO”

A professora Michels chama o óleo de coco de “puro veneno”.

Não apenas simplesmente de veneno, mas veneno “puro”; essa ênfase transmite a ideia de que esta substância natural utilizada há milênios por milhões de pessoas para nutrição e efeitos terapêuticos é extremamente perigosa mesmo em pequenas doses.

Durante todo esse tempo, nunca se ouviu falar que pudesse causar qualquer enfermidade ou que tivesse levado alguém à morte. Sabe-se que o consumo de plantas venenosas, tais como a cicuta, a beladona e certos cogumelos como o amanita phalloides, mesmo em pequenas quantidades, causam tremendo mal-estar e danos ao corpo, podendo até levar à morte.

O óleo de coco, por outro lado, pode ser consumido diariamente, em quantidades relativamente grandes, sem qualquer efeito colateral. Conheço algumas pessoas que consomem até doze colheres de sopa (180 ml) por dia e estão em excelente saúde.

O óleo de coco está até mesmo incluído na classificação “1” do FDA norte americano, que é a categoria primária e mais segura dentro da lista. Para ser incluído nesta lista, testes rigorosos são feitos para confirmar se o item é seguro. De acordo com o FDA, isso significa que todos os estudos disponíveis e os dados históricos mostraram que “não há evidência” que mostre nem “sugira” que o óleo de coco seja nocivo de qualquer maneira.

É irônico que Karin Michels chame o óleo de coco de veneno, pois não somente é inofensivo, como também altamente eficaz em salvar a vida das pessoas que, de fato, ingeriram veneno.

A literatura médica descreve inúmeros casos em que o óleo de coco foi utilizado em hospitais como um antídoto para venenos fatais. Por exemplo, o uso de óleo de coco se tornou uma prática rotineira em alguns hospitais no tratamento do envenenamento por fosforeto de alumínio. O fosforeto de alumínio é um veneno comum usado para controle de roedores. Não há outro antídoto conhecido, e os envenenamentos são quase sempre fatais, a menos que os pacientes sejam tratados com óleo de coco (e outros cuidados especiais).

O uso do óleo de coco para anular os efeitos de venenos não é tão incomum assim. Pesquisadores sempre souberam das propriedades desintoxicantes do óleo de coco. Vários estudos com animais mostraram que o óleo de coco bloqueia, neutraliza ou atenua em algum grau os efeitos deletérios de inúmeras toxinas conhecidas, que variam de solventes industriais à aflatoxina.

Chamar o óleo de coco de veneno puro apenas ilustra a total falta de conhecimento da professora Karin Michels sobre este óleo, o que torna qualquer coisa que ela diga sobre ele totalmente duvidosa.

“NÃO HÁ ESTUDOS QUE DEMONSTREM NENHUM BENEFÍCIO À SAÚDE A PARTIR DO CONSUMO DO ÓLEO DE COCO”

Um dos argumentos mais comuns dados em uma tentativa de difamar o óleo de coco é alegar que não há evidência que prove que o óleo de coco tenha qualquer benefício à saúde.

Quando um médico ou professor universitário faz uma declaração dessas, pode-se deduzir que não há estudos que apontem qualquer benefício associado ao uso do óleo de coco.

Mas, na verdade, o que eles acabam por fazer é expor sua própria ignorância e falta de conhecimento sobre o assunto. Quando fazem este tipo de declaração, significa ou que nem se importaram em fazer o mínimo esforço para obter dados confiáveis, ou que simplesmente defendem uma postura por propósitos que não tem a ver com a saúde, mas talvez com status ou ganho financeiro.

Se estas autoridades realmente buscassem a verdade e fossem pesquisar de fato, descobririam rapidamente pesquisas e informações sólidas sobre o óleo de coco, descrevendo seus vários benefícios à saúde.

Atualmente, há mais de 10.000 estudos sobre o óleo de coco relacionados na literatura médica. A maior parte desses estudos pode ser facilmente acessada na internet. Se você digitar www.coconutresearchcenter.org e olhar abaixo do título “Pesquisas Médicas” (medical research), irá encontrar uma lista com centenas de estudos. Encontrará também referências para uma variedade de estudos publicados mostrando os efeitos terapêuticos ou benéficos do óleo de coco sobre saúde cardiovascular, função imune, câncer, diabetes, saúde hepática e renal, função digestiva, manutenção do peso e muito mais.

É claro que não considero e nem quero passar a impressão de que o óleo de coco cure problemas de saúde específicos, mas os estudos e o uso tradicional claramente apontam que o óleo de coco pode contribuir de forma benéfica, ajudando o organismo, no contexto correto, a se recuperar e a corrigir desequilíbrios.

Afirmar que não há evidências de benefícios do consumo do óleo de coco é totalmente equivocado e indica que a pessoa é totalmente ignorante e preguiçosa demais para fazer qualquer pesquisa ou está mentindo.

Se você quiser saber a verdade sobre as gorduras saturadas e o óleo de coco, é importante que não dê ouvidos a professores universitários que não têm ideia do que falam; em vez disso, ouça pesquisadores que de fato pesquisaram o assunto.

Uma das razões pelas quais os comentários da professora Michels ganharam tanta notoriedade é por causa de sua associação com a Universidade de Harvard. Ser um professor universitário desta instituição confere um ar de autoridade. No entanto, há outros professores desta mesma instituição que são muito mais qualificados neste quesito do que ela, que estudaram e publicaram trabalhos sobre os efeitos do óleo de coco para a saúde.

Um grupo de pesquisadores de Harvard que inclui George L. Blackburn, MD, PhD, Edward Mascioli, MD e Vigan K. Babyan, PhD declara que “o óleo de coco tem um importante papel médico na nutrição, no metabolismo e nos cuidados com a saúde. De fato, se for utilizado de maneira apropriada, o óleo de coco poderá ser o óleo vegetal preferido em nossa dieta e o produto alimentício especial usado em hospitais para promover a recuperação dos pacientes”. Estes pesquisadores de Harvard fizeram esta declaração após anos estudando os efeitos para a saúde do óleo de coco e outras gorduras. A conclusão destes pesquisadores certamente tem muito mais autoridade do que os comentários de uma bioestatística que aparentemente nunca nem se preocupou em fazer sequer uma pesquisa na internet sobre o assunto.

 

FINALIZANDO

Nesta época de informações desencontradas, teorias diversas e pessoas com ar de autoridade fazendo todos os tipos de declarações, não é nada fácil encontrar clareza e discernimento para quem está começando sua aventura de estudos no mundo da saúde e nutrição ou está apenas buscando orientar suas escolhas mais básicas para ter saúde.

Parece que manchetes e reportagens sensacionalistas, que acabam criando confusão e uma espécie pânico entre a população, se multiplicam com apenas um único objetivo: gerar cliques para vender publicidade.

Essas manchetes são sempre baseadas em afirmações e fontes de fraco fundamento científico, em teorias não comprovadas, como acabamos de ver neste artigo.

Estas teorias se desenvolvem através do famoso “cherry picking”, ou o ato de selecionar dados – mesmo tênues e inconsistentes – que comprovem e reforcem uma teoria, e ao mesmo tempo ignorar dados e pesquisas – mesmo consistentes e impecáveis – que desmontem esta mesma teoria.

Isto é comum no mundo científico, que está permeado de inúmeros outros interesses.

Neste ponto, pode ser construtivo se perguntar: a quem interessa condenar o óleo de coco?

O óleo de coco é de produção predominantemente manual e artesanal, comercializado por cooperativas, portanto, não é lucrativo para as grandes corporações.

Não podemos simplesmente escutar e seguir cegamente recomendações, orientações ou declarações divulgadas na mídia.

Para fazer boas escolhas, precisamos de conhecimento e para isso é preciso dedicação e empenho, afinal escolhas relacionadas à nutrição e à saúde não são apenas um detalhe em nossas vidas. Estão entre as escolhas mais importantes que realizamos todos os dias.

Vale a pena buscar um conhecimento que se reverterá em escolhas conscientes e livres do medo.

Sim, infelizmente muitos têm se relacionado com os alimentos através do medo e da ansiedade, sendo que a comida que nos sustenta naturalmente deveria proporcionar alegria, saúde e satisfação.

ESTUDOS E REFERÊNCIAS

Para se aprofundar, não deixe de acessar o artigo ÓLEO DE COCO – ESCLARECENDO COM EMBASAMENTO CIENTÍFICO e baixar o e-book COLESTEROL: MITOS E VERDADES, onde você poderá descobrir:

  • O que é e o que faz o colesterol
  • Como esse mito de originou
  • O que você precisa observar nos seus exames
  • Quais são os verdadeiros indicadores de risco aos quais você deve se atentar
  • Como melhorar a qualidade do seu colesterol
  • Os (terríveis) efeitos colaterais das estatinas

Bons estudos!

REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS

Assuncao, ML, et al. Effects of dietary coconut oil on the biochemical and anthropometric profiles of women presenting abdominal obesity. Lipids 2009;44:593-601.

Khaw, KT, et al. Randomised trial of coconut oil, olive oil or butter on blood lipids and other cardiovascular risk factors in healthy men and women. BMJ Open 2018;8:e020167.

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The effect of replacing saturated fat with mostly n-6 polyunsaturated fat on coronary heart disease: a meta-analysis of randomised controlled trials

Intake of saturated and trans unsaturated fatty acids and risk of all cause mortality, cardiovascular disease, and type 2 diabetes: systematic review and meta-analysis of observational studies

Fife, B. Ketone Therapy: The Ketogenic Cleanse and Anti-Aging Diet. Piccadilly Books, Ltd.: Colorado Springs, CO; 2017.

Coconut Research Center (Centro de Pesquisas sobre o Coco)

https://coconutresearchcenter.org/medical-research-2/coconut-research/default.htm

Dodecanoic-Acid in Extra Virgin Coconut Oil May Reduce the Incidence of Heart Disease and Cancer in Humans

The Properties of Lauric Acid and Their Significance in Coconut Oil

ÓLEO DE COCO – ESCLARECENDO COM EMBASAMENTO CIENTÍFICO

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