Óleo de Coco – Esclarecendo com Embasamento Científico

Por Flávio Passos com a colaboração de Pedro Ivo

Nos últimos meses algumas entidades oficiais e veículos da mídia emitiram posicionamentos contra o consumo do óleo de coco, recomendando ao invés deste, os óleos de soja e girassol como opções mais saudáveis.

Um dos argumentos utilizados para “desrecomendar” este alimento natural foi o de que o óleo de coco não deve ser prescrito para a perda de peso.

Com isso realmente é preciso concordar. Em primeiro lugar, estamos falando de comida, e comida não se prescreve: come-se.

Em segundo, na nutrição não existem pílulas mágicas. Existem contextos e estratégias dos quais as engrenagens que os fazem funcionar não tem utilidade se são removidas do contexto.

Ou seja: se você está fazendo uma dieta com baixo carboidrato e utilizando o óleo de coco para se manter energizado na ausência das calorias de açúcares e amidos, é bem possível que o seu corpo perca excesso de peso.

Mas se você está praticando uma dieta comum, com bolos, cookies, barrinha de cereal e um ocasional fast food e de repente acrescenta óleo de coco na sua dieta, de fato não há chance de que seu corpo elimine seus excessos.

 


 

Fácil de entender né?

Pois é, mas muitas vezes proponentes e entusiastas de uma alimentação mais saudável se esquecem disso e acabam focando um ou outro alimento e os classificando de forma quase milagrosa.

O posicionamento poderia ter se dedicado a explicar melhor essa perspectiva, mas optou por apenas condenar o óleo de coco.

Dentre os outros argumentos utilizados, o mais fundamental seria que o óleo de coco, por ser uma gordura predominantemente saturada, pode elevar o risco de doenças coronárias.

Puxa, como argumentar contra esse fato? …  Talvez apresentando uma pequena lista de evidências do tipo 1 (grau máximo, diferentes dos estudos observacionais citados pelas “entidades oficiais”) que comprovam a TOTAL FALTA DE ASSOCIAÇÃO entre gorduras saturadas e problemas cardíacos.

Não sou eu quem está dizendo: é a ciência em seu grau mais conclusivo.

 


 

Uma metanálise publicada em 2015 no British Medical Journal (BMJ), feita por um especialista em cardiologia Intervencionista em Londres, Dr. Aseem Malhotra, mostra que todos os dados cientificamente relevantes conhecidos até hoje sobre a ingestão de gordura saturada e doenças cardíacas não apoiam qualquer associação significativa entre gordura saturada e risco cardiovascular.

Algumas citações:

“Insufficient evidence of association is present for intake of … saturated or polyunsaturated fatty acids; total fat … meat, eggs and milk.” Mente A, et al. A systematic review of the evidence supporting a causal link between dietary factors and coronary heart disease. Arch Intern Med. 2009 Apr 13;169(7):659-69.

Conclusions Saturated fats are not associated with all cause mortality, CVD, CHD, ischemic stroke, or type 2 diabetes, but the evidence is heterogeneous with methodological limitations. Trans fats are associated with all cause mortality, total CHD, and CHD mortality, http://www.bmj.com/content/351/bmj.h3978

49 estudos observacionais e 27 ensaios clínicos randomizados: Current evidence does not clearly support cardiovascular guidelines that encourage high consumption of polyunsaturated fatty acids and low consumption of total saturated fats.https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24723079

“…no significant evidence for concluding that dietary saturated fat is associated with an increased risk of CHD or CVD.”Siri-Tarino PW, et al. Meta-analysis of prospective cohort studies evaluating the association of saturated fat with cardiovascular disease. Am J Clin Nutr. 2010 Mar;91(3):535-46. 

Na sequência, há a desatualizada concepção de que o colesterol necessariamente causa problemas cardíacos, e que quanto mais baixo melhor.

Curiosamente este posicionamento optou por ignorar uma análise de 136 mil pacientes em 2009, que concluiu que quase da metade dos pacientes que foram hospitalizados com problemas cardíacos tinham o LDL normal ou baixo.

Também parecem ter sido ignoradas outras metanálises, e especialmente o estudo de Ramsden que demostra que NÃO HÁ UMA RELAÇÃO entre as flutuações de colesterol de LDL provocadas pela dieta e risco cardiovascular.

É o famoso “cherry picking”, ou o ato de selecionar dados que parecem comprovar a sua teoria e ignorar dados que a contradigam.

Isto é absolutamente comum no mundo científico. E é o que dá base para a maior parte das manchetes sensacionalistas.

 


 

O fato concreto é que o colesterol é IMPORTANTE para a saúde dos hormônios e do cérebro. O LDL é composto de 11 tipos de lípides, sendo que somente 2 são nocivos. Os outros 9 são essenciais para a Saúde.

A concepção de que o colesterol deve ser o mais baixo possível pode trazer consequências severas em diversos campos da Saúde.

Lembre-se, não sou eu que estou dizendo, são as pesquisas mais recentes, sólidas e atuais.

Embora estas considerações polêmicas contra o óleo de coco e a favor dos óleos refinados sejam de associações médicas reconhecidas e oficiais, não podemos esquecer que essa não é a opinião de inúmeras referências internacionais, incluindo médicos especialistas diversos e fontes rigorosas de pesquisas como o UpToDate, a Academy of Nutrition and Dietetics, o American Journal of Clinical Nutrition, o Medscape e o OpenHeart.

O Óleo de coco é de uso milenar e em algumas culturas fornece mais de 60% das calorias diárias, sendo que problemas cardíacos são basicamente inexistentes. Um estudo sobre o elevado teor de gordura saturada do coco em ilhas da Polinésia termina assim: there is no evidence of the high saturated fat intake having a harmful effect in these populations (não há evidências que um elevado consumo de gorduras saturadas cause qualquer efeito nocivo nessas populações).

 


 

Outro exemplo incrivelmente ilustrativo é fornecido por um professor, Grant Schofield, que trabalhava em duas ilhas do Pacífico, em íntimo contato com duas populações da mesma etnia, sendo que uma ainda consumia sua dieta tradicional, com 60% das calorias compostas de gordura saturada de coco, e a outra com a dieta já modernizada. Vejamos um trecho de sua descrição:

“Em Vanuatu, as pessoas comem da forma que vêm comendo há décadas – mantimentos que eles mesmo plantam, colhem ou pescam – principalmente peixes, hortaliças e coco. Em torno de 60% de suas calorias vêm da gordura, mais do que o dobro da ingesta na Nova Zelândia. Havia muito pouco carboidrato, apenas uma pequena quantidade de arroz. Enquanto isso, em Kiribati, sobreviviam com alimentos importados de baixo custo como refrigerantes, arroz branco, farinha de trigo, açúcar, peixes enlatados e macarrão instantâneo. Em Vanuatu, a maior parte da população parecia saudável e feliz, vivendo da forma que sempre viveram, em vilarejos isolados com mínima influência do mundo exterior. Em Kiribati, entretanto, onde as pessoas dependem fortemente da ajuda humanitária do exterior, virtualmente todos os adultos tinham sobrepeso ou eram obesos. As crianças eram mal nutridas. A diabetes estava tão fora de controle que o hospital local amputava até 20 membros por semana.”

Voltando aos posicionamentos recentes contra o óleo de coco e a gordura saturada, pergunto: a quem interessa condenar o óleo de coco e glorificar o óleo de soja, canola e girassol (comprovadamente nocivos)?

O óleo de coco é um produto predominante de cooperativas, com bastante esforço manual e artesanal. Requer mão de obra, por isso é mais caro. Óleo de coco não pode ser produzido na mesma larga escala que acontece com a soja, canola, girassol e outros. Portanto, não é lucrativo para as grandes corporações.

 


 

Há motivos razoáveis para um posicionamento contra o uso do óleo de coco para emagrecer. Ainda, seria razoável sugerir que o uso do mesmo não tem utilidade para prevenir ou resolver determinadas enfermidades, com o argumento (real) de que não existem evidências conclusivas (apenas sugestivas). Mas, condenar o óleo de coco e sugerir óleos poli-insaturados industriais é inaceitável.

Estes óleos estão relacionados indubitavelmente ao aumento da oxidação do colesterol, ganho de peso, obesidade, problemas advindos do excesso de ômega 6, como aumento da inflamação e quadros inflamatórios sistêmicos.

Vejamos algumas informações de um estudo oficial:

Potenciais malefícios de substituir gorduras saturadas por óleos poli-insaturados (ômega 6):

  • Maior risco de câncer
  • Risco aumentado de doença coronariana, eventos cardiovasculares, morte devida a doença cardíaca e mortalidade geral
  • Aumento de LDL oxidado
  • Redução de HDL
  • Aumento da mortalidade global (todas as causas)

Desde que a sugestão oficial nos EUA de diminuir as gorduras saturadas e aumentar as poli-insaturadas e carboidratos, foi adotada, na década de 70, aconteceu o aumento gradual de diabetes tipo 2 e obesidade atingindo um número de pessoas nunca antes visto.

A partir desses dados, é fácil compreender que a epidemia global de aterosclerose, doenças cardíacas, diabetes, obesidade e síndrome metabólica está sendo alimentada por uma dieta rica em carboidratos/açúcar e óleos refinados, e não de gordura natural saturada, algo que os órgãos oficiais hoje estão começando a reconhecer, haja visto que as mais recentes diretrizes dietéticas oficiais dos EUA já não restringem o colesterol ingerido com a alimentação.

Para finalizar, citamos um trecho traduzido que foi publicado na revista britânica de cardiologia:

Recomendações dietéticas baseadas na evidência da literatura:

  • As diretrizes e recomendações dietéticas que sugerem a substituição de gordura saturada por carboidratos e gorduras ômega-6 poliinsaturadas não refletem a evidência corrente na literatura
  • Uma mudança nessas recomendações é drasticamente necessária, dado que a saúde pública pode estar em risco
  • O aumento na prevalência de diabetes e obesidade nos EUA ocorreram com o aumento no consumo de carboidratos, não de gordura saturada
  • Não há prova conclusiva de que uma dieta pobre em gordura tenha quaisquer efeitos positivos na saúde. De fato, a literatura indica uma ausência geral de qualquer efeito (bom ou ruim) de redução da ingesta de gordura
  • O medo das pessoas de que a gordura saturada eleve o colesterol é completamente infundado, já que a distribuição das partículas de LDL é piorada quando a gordura é substituída por carboidrato
  • Uma campanha de saúde pública é drasticamente necessária para educar a população sobre os perigos de uma dieta rica em carboidratos/açúcar
  • Seria ingenuidade assumir que quaisquer recomendações relacionadas a carboidratos ou ingesta de gorduras se apliquem a alimentos processados – que sem dúvida alguma, devem ser evitados
  • Enfim, realmente sugiro que as manchetes sejam analisadas com cuidado. Recomendo uma dose de pensamento crítico em qualquer análise.

E a conclusão do estudo:

Em resumo, os benefícios de uma dieta low-fat (particularmente uma dieta que substitua gorduras saturadas por carboidratos ou ácidos graxos ômega-6 poli-insaturados) são seriamente questionáveis. As diretrizes nutricionais deveriam avaliar a totalidade da evidência e reconsiderar fortemente suas recomendações da troca de gorduras saturadas por carboidratos ou gorduras ômega-6 poli-insaturadas.

 

Água pura, óleo de coco e pensamento crítico não fazem mal a ninguém.

 

Referências:

http://openheart.bmj.com/content/1/1/e000032.full

http://www.eatrightpro.org/resource/news-center/on-the-pulse-of-public-policy/regulatory-nnjhcomments/dgac-scientific-report

http://ajcn.nutrition.org/content/94/6/1451.long

http://ajcn.nutrition.org/content/79/5/774?ijkey=38f26b4ed8f84744c21ff09d5033bee32bc25a30&keytype2=tf_ipsecsha

http://www.bmj.com/content/347/bmj.f6340?ijkey=e8648f842985a00ff40592c1083525ff5c51cc49&keytype2=tf_ipsecsha

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/13441073

http://science.sciencemag.org/content/291/5513/2536?ijkey=d526175f7f716625920cfd591352e09771a6e8c0&keytype2=tf_ipsecsha

http://www.nutritionjrnl.com/article/S0899-9007(10)00289-3/abstract

http://ajcn.nutrition.org/content/79/5/774?ijkey=38f26b4ed8f84744c21ff09d5033bee32bc25a30&keytype2=tf_ipsecsha

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0163782708000167

https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11745-007-3132-7

http://ajcn.nutrition.org/content/89/5/1425?ijkey=185ef076f9686f1022ee63a07ba8b6546deb43f4&keytype2=tf_ipsecsha

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4195930/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7270479

http://www.stuff.co.nz/life-style/well-good/9327862/Fighting-fat-with-fat

137 replies on “Óleo de Coco – Esclarecendo com Embasamento Científico

  • Nath

    Muito interessante o artigo, gostaria de saber também, se possível, se o óleo de​ coco pode ser utilizado por quem tem problemas de fígado.

    Responder
    • Maria De Fátima Vasconcelos

      Eu fui criada com óleo de Coco pois sou nordestina e minha mãe só cozinhava com ele e não tem ninguém na família com os tipos de doenças que eles falam, somos fortes e saudáveis e longevos.

      Responder
      • Edna Mendes

        Eu também sou nordestina e fui criada com uma slomentaçao a base de coco em suas várias formas que se apresenta na nossa mesa! E não falta firça e, coragem e saúde nas pessoas quecobtunuM com essa base de alimento…

        Responder
      • Bárbara M M Sabino

        é interessante isto, também porque na índia a maioria da população utiliza muito óleo de coco na alimentação diária e não é por isso que existem altos índices de doenças cardíacas, nem colesterol elevado nestas populações. Pelo contrário, mas isto ninguém comenta…

        Responder
    • Valéria Ornelles de Oliveira

      Gostei muito de receber este e-mail.
      É muito bom, e muito importante, receber esclarecimento de alguém de quem confiamos.
      Grata pela atenção de sempre.

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  • Marisa

    Mais uma vez agradeço a você Flavio, por suas informações tão preciosas para aqueles que, como eu, te seguem, são seus fãs e se beneficiam tanto com a sua abordagem séria e embasada do que é comer saudavelmente. Um grande abraço!

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    • Flavia silva

      Também gostei desse esclarecimento. Realmente, até certo tempo atrás quando não se usava óleos refinados e produtos industrializados vivia-se melhor.

      Responder
  • vera maria

    Dr. Flávio: Obrigada pelo esclarecimento!
    Argumentos científicos prevalecem frente a argumentações que podem apenas terem como escopo
    reserva de mercado.

    Responder
  • Edna Maria Sales Fagundes

    Prezado Flávio,
    Tenho acompanhado você e outros investigadores da nutrição para a vida. Cada vez mais compreendo e me conscientizo da lei da lógica. Esta, como tantas outras expressas na natureza, são inexoráveis e sempre se evidenciam pelas consequências das causas. Entendo ser de suma importância este trabalho de vocês que ao apresentar causas possíveis da desnutrição nos leva a pensar sobre a própria responsabilidade com nossa nutrição.
    Minha profunda gratidão por compartilhar seu conhecimento.
    Com afeto,
    Edna Fagundes

    “A ignorância e a inconsciência são os dois maiores males da humanidade” (Gonzalez Pecotche)

    Responder
  • Edir de Souza e Paulo

    Boa tarde! Informações importantes as suas. Faco e continuo fazendo uso da gordura de coco. Uso com cautela, alternando entre ela e o azeite extra virgem. Não vejo problema algum.
    Bjos.

    Responder
  • Natália Fidelis Giancotti

    Obrigada pelo empenho em compilar tais estudos num artigo explicativo, sintético e de entendimento eficaz!
    Por favor, continue trabalhando e compartilhando seus conhecimentos conosco!

    Responder
  • SANDRA REIS

    Substitui o óleo de soja por ghee ,óleo de coco e banha de porco e estou gostando e me sentindo muito bem.
    Agradeço o esclarecimento que vei corroborar com minha escolha.

    Responder
  • Paty

    Flavio, que artigo esclarecedor e bem fundamentado.
    Agradeço por compartilhar esse nível de pesquisa e conhecimento.
    São joias de conhecimento nessa imensidão de informações tendenciosas a que estamos expostos. Muito grata por sua colaboração.

    Responder
  • Tracy

    Adorei Flávio!!! Acredito que antes de espalharmos uma notícia temos que buscar mais informações e observarmos quem são os interessados é fundamental. Parabéns pela explanação e estudo

    Responder
  • Ana Clara Braga de Souza

    Muito interessante o artigo, tenho feito pesquisas, leio sobre nutrição, tive problema de colesterol alto e o que ajudou reduzir foi fazer uma reeducação alimentar e atividade física, tomei medicamento mas o próprio médico tirou e me recomendou a manter atividade física e uma alimentação balanceada , comer de tudo sem exageros. O artigo veio a favor do que penso tudo em equilibrio. Para mim não é o oleo e o carboidrato, enfim que provoca obesidade e colesterol alto e sim nossa forma de viver e pensar que ajuda a contribuir para adoecermos, com equilibrio conseguimos ter uma vida saúdavel. Agradeço a vc pelo artigo esclarecedor.

    Responder
  • Tânia Mara Henriques

    Olá,
    Não tenho nenhuma dúvida a respeito dos beneficios do oleo de coco.
    Quando percebemos que estar na “caixa” não é o nosso lugar, tudo fica mais facil de ser compreendido.Agradeço pelos ensinamentos e aprendizados que compartilham e apoio inteiramente a proposta de voces. E vamos em frente.

    Responder
  • ieda

    Ainda bem que existem pessoa s como Flavio Passos que se preocupam
    com a saúde e bem estar do ser humano. Mais uma vez, muito obrigada Flavio.

    Responder
  • Itagira machado biacchi

    Grata pela informacão segura F lavio Passos baseada em conhecimentos científicos. …eu uso a tempo e também a banha de porco!!!!!

    Responder
  • Alessandra

    Oi Flávio, parabéns pelo artigo, muitas pessoas tem duvidas quando o assunto é dieta e acabam se influenciando por diversos métodos encontrados na internet, sem basamento cientifico.
    Este estudo ajudou não só a mim, mas muitas pessoas a tirarem duvidas referente ao óleo de coco, pois uso este óleo na pele e no cabelo e já posso ver resultados, ainda não inclui na alimentação por causa do custo.

    Obrigada.

    Responder
  • Letícia

    Perfeito, tirou bastante dúvidas até a que nem fazia ideia que poderia fazer sentido, tive um bom conhecimento do na assunto. Que continue assim com esse trabalho maravilhos. Obrigada. Fica com Deus^°^

    Responder
    • Elizabeth

      Excelente esclarecimento. Sou super adepta do óleo de coco , assim como a ghee e desde então ,nunca mais usei qq outro tipo. Mas enviarei para alguns amigos que insistem em me criticar por isso. Forte abraço e gratidão por compartilhar seus conhecimentos.

      Responder
    • Sandra Lya

      Geralmente óleo em feijão da gases.
      Deixa por mais de doze horas de molho, trocando a água. Cozinha c sal, loro. Se curte caldo grosso deixar msis d 40 minutos. Como o resto da comida têm alguma gordura, já equilibra o feijão.

      Responder
  • Luisa Mortene

    Perfeito. É incrível como as pessoas querem um milagre de sobrevivência e esquecem que equilíbrio é o ponto chave de subsistência. Água emagrece, exercício emagrece, uma boa noite de sono emagrece, estado de espirito e mental em harmonia emagrece ……….. o restante é parcimônia.

    Responder
  • deijanete

    Minha avó usava óleo de coco nos alimentos , nos cabelos. Na pele ela usava banha de cacau. Eu prossigo usando óleo de coco. Ele é muito saboroso. Não uso outro óleo. As vezes uso o azeite doce extra virgem. Minha intensão nunca foi usar o óleo de coco para emagrecer. Tenho consciência que não existe milagres para o emagrecimento nem tão pouco alimentos nem medicamentos. O que existe é decisão e prática. Gostei do artigo, bem esclarecedor. Parabéns!

    Responder
  • Marlise

    Obrigada Flávio, dentre tantos compromissos, você com carinho nos reserva um tempo para apresentar a melhor face dos alimentos e seus benefícios.
    Obrigada!

    Responder
  • Aldo

    Excelente matéria, Flavio Passos. Toda essa cogitação falando mal do oleo de coco é puro interesse financeiro e ainda penso e vou mais longe, farmacêutico tb. Penso que para as grandes industrias farmaceuticas é mais rentável ter pessoas doentes e precisando de remédios do que pessoas saudáveis fortes e felizes. Convenhamos!!
    Oleo de coco é saúde!!

    Responder
  • Igor Rafael Sousa Costa

    Perfeita explanação! Grandes esclarecimentos devidamente fundamentados em artigos mais atuais e de peso científico. É de agradecer com grande exultação essa sua iniciativa professor.
    Que isso possa render excelentes frutos!!!

    Responder
  • Cideni Policastro

    Muito esclarecedor .O embasamento científico é essencial nessas polêmicas ,pois com saúde não se brinca e você sempre nos direciona ao caminho correto ,obrigada

    Responder
  • Wanda

    Parabéns pelo texto esclarecedor, bem escrito e muito bem fundamentado. Já havia percebido esse movimento recente contra o óleo de Coco como uma reação do grande mercado dos óleos industrializados. Por isso, sua argumentação terá grande impacto junto àqueles que necessitam de dados oficiais para terem essa percepção maior desse jogo de interesses. Muito grata!

    Responder
  • Maria Cristina Aoki Sammarco

    Ola Flavio, muito importante suas declaraçoes. Realizado por quem conhece e pesquisa o assunto. Penso que será necessário muito debate e manutenção das controvérsias por um certo tempo, porque é assim que os novos paradigmas vão sendo inseridos e ganhando credibilidade.
    Obrigada, e agora quero repassar para meu cardiologista e aos médicos da família.

    Responder
  • Aline Carvalho

    Perfeito seu artigo! É fato que a condenação do óleo de coco foi feita de forma a “beneficiar” outros óleos – para não citar “interessados” na comercialização dos óleos com industrias já consolidadas. Pena, que a população brasileira ainda acredite na mídia de massa que deveria informar melhor.

    Responder
  • Fabiana Righetto

    Mais uma vez, muita gratidão por compartilhar e, educar quem quer tanto uma vida saudável mas, por n motivos, incluindo informações desencontradas, fica perdido. Não faço tudo direitinho porém,mudei muita coisa. Uso óleo de coco no café desde que vi no teu e-book, até minha pele melhorou, menos ruguinhas rs, enfim, me sinto muito bem com ele.Como vc diz, temos que aprender a ouvir nosso corpo, e alma. De novo, muito grata!

    Responder
  • maria lucineide diogenes castro

    A midia cobra muito caro para suas propagandas. Os grandes fabricantes de óleos refinados pagam para desfazer os ensinamentos corretos sobre alimentação e saúde. Para eles não interessa se alguém adoece, querem mesmo é vender e lucrar.
    Seu artigo é esclarecedor . Obrigada por tudo. Sou sua leitora.

    Responder
  • manuela guerreiro

    Gratidão , Flávio. Não consigo entender o porquê da associação óleo de coco , manteiga… e emagrecimento. A minha preocupação é levar , dentro do possível , uma vida um pouquinho mais saudável uma vez que tenho colesterol ruim bem elevado e o bom baixo me obrigando a tomar as tais tatinas cheias de efeitos colaterais. Atualmente optei por dia sim . dia não, retornei à manteiga, inclusive a de coco e aderi ao óleo em questão. Sucesso ? Só mais 1 mês , quando farei exame de sangue. Juro contar o resultado. Você é mil.

    Responder
  • Ana Carla Guimarães

    Flávio,
    Você simplesmente acabou com a “associação médica” que publicou aquela carta infeliz e provocou aquela polêmica ridícula. É triste ver como temos profissionais na área médica incapacitados, que não se atualizam 🙁
    Esse artigo está perfeito!!

    Responder
  • Rita da Silva

    Está bem esplicado e claro,eu confesso que não vi a matéria que detonado o óleo de coco,isso é gente sem conhecimento.
    Eu consomo óleo de cocô desde de criança,não para comer, mais como um bom hidratante para o cabelo e para a pele .
    Hoje o meu consumo óleo de coco para fazer minha comida no dia a dia, meus bolo
    substituindo pela manteiga ou margarina até minhas farofa.

    Eu costumo colocar em uma xicara de cafe uma colher de sopa de óleo, uma colher de chá de canela, 2 colher de sopa de leite desnatado, mexe e tomar meu café da manhã.
    Eu estou certa ou errada.
    A minha nutricionista passou so a canela.
    So eu resolvi fazer essa mistura,goste e farço sempre.

    Responder
  • Jackelyne Corrêa Veneza

    Parabéns pela iniciatia de nos esclarecer. A cultura da indústria quer sempre vender o produto e não informar corretamente.
    Seu artigo foi muito esclarecedor.

    Responder
  • Wal Uchôa

    Desde que reduzi o carboidrato na minha vida, a saúde e a felicidade vieram morar em casa. Parabéns pelo trabalho Flávio, muito isnpirador e oportuno.

    Responder
  • Rosane

    Muito esclarecedor não tenho muito o hábito de consumilo consumo a banha de porco mas vou providenciar hoje mesmo o óleo de cocô bom dia. Obrigado que venha mai email como este….

    Responder
  • Ana Dias

    Show de esclarecimentos, amei a matéria, como boa nordestina que sou,minha mãe sempre usou óleo de coco,banha de porco, comida de verdade, com setenta e sete anos,não tem problema nenhum de saúde.
    Parabéns pela matéria, como sempre você Flávio Passos, faz diferença!Deus te abençoe.

    Responder
  • Aida Herrera

    Flavio concordo plenamente com esse seu artigo.
    Sou nutricionista e posicionamentos que mostrem de fato o que a ciência comprova devem desmistificar o interesse de grandes monopólios que infelizmente arrastam milhares de opiniões frágeis e leigas.

    Responder
  • CLAUDIA DE SOUZA DINIZ MARSON RODRIGUES

    Alimentos / nutrientes não fazem milagres se não vierem acompanhados de uma consciência alimentar plena. Cuidado com os excessos!

    Responder
  • Daise

    O que me deixa muito intrigada com relação à “condenação” do óleo de coco é que, pouco tempo atrás, os mesmos órgãos que agora indicam o consumo de outros tipos de óleo (soja, canola e girassol) também os condenaram!
    Como também sou nordestina e, tenho como exemplo meus avós que nunca se privaram de nada que fosse natural e que viesse da horta do quintal e já passaram dos 90 anos sem doenças!

    Responder
  • Noemi Boer

    Olá,

    Só agora li o artigo referente a óleo de coco. São considerações e fundamentação convincentes, que ajudam a superar as informações de senso comum. Concordo com Deise e outras pessoas que, pela sua origem, desde a infância o coco e seus derivados foram inseridos na alimentação diária. Os benefícios são observáveis a longo prazo.
    Flávio, grata por esa informação maravilhosa!

    Responder
  • Noemi Boer

    Olá,

    Só agora li o artigo referente a óleo de coco. São considerações e fundamentação convincentes, que ajudam a superar as informações de senso comum. Concordo com Deise e outras pessoas que, pela sua origem, desde a infância o coco e seus derivados foram inseridos na alimentação diária. Os benefícios são observáveis a longo prazo.
    Flávio, grata por essa informação maravilhosa!

    Responder
  • Consuelo Rivera

    Tinha certeza que vc teria os argumentos mais sérios para contrapor a essa questão! O mundo precisa disso, de informações verdadeiras, descomprometidas e imparciais!

    Responder
  • Aurea

    Ótima informaçăo vc está de Parabens muito bem esclarecida.
    Eu sou já uso a muito tempo.
    Agora gostaria de dividir um assunto a university Harvard ainda acredita no óleo Canola, e pior está na nova tabela de alimentos como saudavél.!
    Acho que existe algo por traz disso,é muito triste.

    Responder
  • Fátima

    Obrigada por nos manter informados, pois sabendo desses dados podemos esclarecer e mostrar o que acontece. E com dados científicos. Que DEUS o abençoe e lhe dê sabedoria. E que tenhamos esses conhecimentos que vc compartilha conosco. Um grande abraço.

    Responder
  • Miriam Padaratz

    Flavio, parabéns por todo teu trabalho, pela incessante pesquisa, estudos responsáveis e compartilhamento de teu conhecimento, alertando e instigando a todos numa busca por mais felicidade!!
    E também é esperado (infelizmente) que quanto mais se desmistificam padrões descaradamente errôneos, mais se ergue uma enorme barreira de interesses econômicos irresponsáveis!!! Estamos juntos!!! Um grande abraço e muito obrigada!!

    Responder
  • Claudioneti Catini

    Amei suas explanações sobre o óleo de côco pois estava receosa de usa lo depois da reportagem que vi ,agradeço muito por explanar a esse respeito.Gostari que você falasse a respeito do diabetes ,se é possível reverter como alguns dizem. Mais uma vez obrigada ,assisto seus programas tiro grande proveito beijos.

    Responder
  • Elisabeth Bernardinelli

    Prezado Flávio
    Que bom que voce publicou estas informações! Obrigada
    Eu já substitui os oleos comuns pelo de coco, utilizo agora também a manteiga ghee e claro o azeite extra virgem.
    Além disso cortei a margarina de casa – agora só manteiga e leite integral alem de ter cortado quase todos os produtos com farinha de trigo/gluten (ainda de vez em quando um pedaço de pão integral ainda escapa rsrsrs)
    Pretendo ainda alterar gradativamente outros itens

    Responder
  • Mirela

    Adorei o artigo só veio confirmar o que eu já tinha em meus princípios. Obrigada por citar estudos importante como referências.
    Grande abraço

    Responder
  • Valéria

    Gostei muito do esclarecimento.
    Acredito no equilibrio das coisas, em todos os aspectos. Tudo que é demais, gera desiquilíbrio. Acredito naquilo que me faz sentir bem, não só no momento mas também horas e dias depois, seja alimento, atividade, etc. Coloco minha atenção e observação nos alimentos, pois entram no meu organismo e não sou capaz de ver o que eles causam, apenas sentir. Desde a digestão até disposição física e mental. É um conjunto de resultados que nos faz avaliar como positivo ou negativo para nossa saúde. Digo tudo isso porque tenho usado o óleo de coco e me sinto muito bem. Nunca tive pretensão em usá-lo para emagrecimento, uma vez que estando se alimentando de forma saudável, o peso também se torna saudável. Meus interesses nesse produto e também em outras gorduras benéficas, são a saúde do meu corpo, o bom funcionamento do meu cérebro, memória, disposição. Tenho acompanhado um caso onde a inserção do óleo de coco na alimentação, abaixou o nível de alzheimer de um conhecido. Também tenho um amigo que baixou seu colesterol com uma colher de sopa de azeite extra virgem ao dia, sem nenhum remédio. Tudo isso com acompanhamento e equilibrio. Não vamos sair tomando óleo por aí. Meu foco é saúde. Ser magro não é um traço da minha genética. Também não sou obesa. E esses adjetivos até me soam engraçado, porque o que eu mais quero dizer é que sou saudável. E para isso não há número de manequim que vista. É boa alimentação. É exercitar-se, corpo e mente. É equilíbrio. É harmonia.
    Parabéns Flávio, pelo respeito e comprometimento com seus leitores e admiradores do seu trabalho. Um abraço!

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  • Camila Íris

    Após a divulgação em um jornal de grande circulação, sobre os ” malefícios ” do óleo de coco, confesso que fiquei um pouco confusa. Mas, com este artigo, muito didático e claro, não caio mais em armadilhas sensacionalistas . Meus filhos, o caçula com 1 ano agora, faz uso do óleo de coco normalmente.

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  • Eliza de Góes Monteiro

    Excelente artigo! Esclarecedor, citando as fontes para comprovação, muito bem escrito. Adorei a ironia nada velada: ” Água pura, óleo de coco e pensamento crítico não fazem mal a ninguém.” rs

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  • Sueli Alvarenga da Silva

    Muito importante esclarecer a pessoas que são levadas pelo vento de um lado para outro por não conhecer a engenharia reversa que se faz no planeta para enganar quando se percebe que algo e bom sempre tem alguns parasitas disposto a manipular aa a verdade óleo de coco uns dos melhores alimentos que conheci a muito tempo uso para tudo até para cortes machucados estou sempre descobrindo novos geitos de usar conheço mães que dão a seus bebês água de coco como água pois previne doenças respiratórias como viroses e outras essa é umas das coisas que eu comprovei mas são tantas q nem da para falar aqui

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  • Francis

    Grata pelo artigo.
    Minha mãe sempre contava que antigamente ( ela estaria fazendo 89 esta semana) aqui em Maceió todos usavam óleo de coco e gordura de coco para cozinhar pois só existia óleo de coco e banha de porco para utilizar na culinária, antes dos primeiros óleos refinados chegarem ao Brasil. As pessoas não eram mais doentes por causa disso, muito pelo contrário. O peixe frito no óleo de coco era muito mais saboroso, dizia ela.
    Ela também sempre falava da maravilha que é o óleo de coco para os cabelos.
    Simples, barato (porque podemos fazer em casa como eu mesma faço à frio) e saudável, por isso a correria para criar mentiras em torno dele pois isto significa perda de mercado para várias indústrias de óleos refinados, estes sim, são muito perigosos para a saúde.

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  • Marília

    Excelente artigo, muito esclarecedor e com embasamento científico – o que dá credibilidade, que é algo que eu precisávamos em meio a tantas controvérsias sobre o tema. Muito obrigada por compartilhar conosco seu conhecimento, adquirido após muita pesquisa e estudo. Muito grata mesmo, Flávio!

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  • DARCY PAZ DE OLIVEIRA

    Parabéns pelo artigo, Flavio Passos!
    Agradeço por sua dedicação e empenho no estudo e compartilhamento de conhecimentos tão relevantes para quem, assim como você, esta em busca de saúde e qualidade de vida.

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  • Zulanira Meyer Rosa

    Grata pelo compartilhamento. Nada como fundamentação séria para esclarecer dúvidas geradas por informações sem fundamento!

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  • Mauricio Safra

    Ola, gostaria de saber qual sua relacao com Dave Asprey, criador do Bullettproof.

    Voce vende e defende o cafe dele (com manteiga grassfed e oleo de coco). Seu logo tipo (do Puravida) é uma variacao do logotipo dele.

    E muitos outros ingredientes que vejo a venda na loja sao inspirados nas ideias dele.

    Porem em nenhum momento vejo voce citando-o. Parece que voce prefere citar as fontes que ele cita.

    Parabens pela iniciativa de trazer esses conceitos ao Brasil. Mas nao faz mal citar sua fonte de inspiracao. Abs

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  • Dalva Sueli Bagattini Pazini

    Sempre gostei de doces, massas e não faz muito tempo que mudei meus habitos. Estou adorando tudo o que é mais saudável e fazendo atividade física. Minha família também. É muito bom. Só tenho que agradecer por mais esse incentivo. Óleo de coco, SIM. Chega de quimica, enlatados, embutido. Grata, Flavio! Deus te abençoe!

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  • Susana Aparecida Cechinel

    Muito boa a reportagem sobre o óleo de côco. Me fez lembrar de uma vez em que levei o meu filho no pediatra e lhe disse que o menino de 4 anos gostava muito de tomar água de côco natural, retirado do próprio côco e, o médico me assustou dizendo que estaria propenso a ter pedra no rim e portanto, deveria retirar o uso.

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  • Elizabeth Dimperio

    Obrigado, pelo esclarecimento, mudei o oleo pela manteiga tenho me sentido muito melhor.que teus caminhos sempre sejam iluminados.

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  • Maria Rosa

    Muito obrigado pela sua informação, não conhecia o óleo de coco, mas comecei usando depois de vos ouvir falar e comentar sobre o assunto neste momento só uso óleo de coco e azeite virgem extra, tinha alguns problemas de acidez e agora sem tomar nada deixei de ter. sinto-me bem e vou continuar usando.

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  • Eliana Marques

    Obrigada pela mensagem de esclarecimento.
    Vi vários comentários negativos sobre o óleo de coco, em meio a tudo isso decidir permanecer com a utilização dele em minhas receitas ,porque percebo o bem que tem feito para meu organino.

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  • Anna Luisa

    Seus artigos são sempre muito interessantes e muito bem embasados, considerando apenas fatos comprovados. Acho muito importante esse cuidado com as referências, deixando seu trabalho acessível a todos ainda que científico.

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  • Marília de Campos Bastos

    Pois é, quem costuma se orientar pelas informações da mídia corporativista, está sempre aquém da verdadeira e correta informação. Esta tem de ser buscada em fontes abalisadas, como a que está aqui exposta e fartamente embasada em conhecimentos comprovados. Não somente o Flavio Passos, que já acompanho há alguns anos, mas também outros profissionais de comprovado conhecimento profissional em medicina nutricional, atestam e provam a importância hoje, do uso do óleo de coco, mas também das gorturas saturadas, já quase totalmente abandonadas após o advento (desastroso), dos famigerados óleos graxos ômega-6 poli-insaturados. Estamos hoje no advento de uma nova consciência alimentar e, oxalá, consigamos nos sobrepor aos descaminhos dessa modernidade perniciosa que assola a nossa cultura alimentar, antes tão saudável. Parabéns a você, Flávio Passos, pela lúcida, correta e salutar defesa do óleo de coco, de nossa genuína cultura brasileira. Estou feliz por tê-lo descoberto e estar seguindo suas orientações.

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  • Silvana Maria Dias de Mattos

    Obrigada pelo email esclarecedor, sou sua fã Flávio estou começando a mudar meus hábitos alimentares. Graças aos seus vídeos. Deus te abençoe.grata

    Responder
  • Céu Arder

    Quando se trata de conselhos alimentares, eu experimento!
    Jamais alimentação vai fazer mal, pelo menos se usarmos com bom senso e parcimônia.

    Remédios, sim… Esses matam é só fazem bem ao bolso dos ladrões dá indústria farmacêutica. Isso está mais do que comprovado…

    Resolvi eliminar os carboidratos nocivos e adorei uma alimentação rica em ovos, frango e peixes…
    Abacate, que eu só comia uma vez ou outra faz parte diária de minha alimentação.
    Sim… Não uso a palavra “dieta” pois ela é temporária.

    Como, vez por outra, uma batatinha doce, inhame ou abóbora para equilibrar.

    Assim que adorei esse “estilo”, emagreci imediatamente.
    Notei que quando como peixe, o peso cai mais.

    É isso.

    Abraço.

    Responder
  • Lenita

    Tinha começado a tomar o óleo de coco e ouvi no radio, uma nutricionista dizendo que não deve ser recomendado porque tem gorduras saturadas, fiquei pasma. Como você disse, tem-se que tomar cuidado com o que se fala.
    Disse que nunca deveria ser receitado para as pessoas. É muito grave essa afirmação dela.

    Responder
  • Rosana W. Rossler

    Flavio,
    Realmente muito interessante seu posicionamento e esclarecimento quanto ao uso do óleo de coco. Tenho participado de várias palestras, seminários e congressos e percebo que ainda há uma divergência grande de informações mas a grande maioria de profissionais não condena o uso desse óleo, apenas pede que nos informemos mais sobre o assunto antes de prescrever a nossos pacientes. Obrigado, você nos apresentou diversos estudos com embasamento científico, desmistificando um pouco essa questão.

    Responder
  • Célio Sakai

    Excelente esclarecimento! Nossa família não faz uso de refrigerantes, reduzimos muito o consumo de carboidratos e passamos viver de “bicho e mato”, ou seja de proteínas, legumes e verduras. Paramos de usar óleo vegetal e passamos a usar gordura saturada, azeite, manteiga e, recentemente, óleo de coco. Adotamos este estilo, o organismo está funcionando melhor e emagrecemos bastante.

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  • Pirâmides

    Obrigada Flávio pelo ótimo material. Eu havia ouvido mesmo informação contrária ao uso do óleo de coco, mas agora ficou claro pra mim. Estou passando uma temporada no México e aqui encontramos nos supermercados vários tipo de óleo e gostei muito do óleo de abacate. Ele não deixa nenhum gosto diferente na comida. Por favor, o que vc me diz sobre esse óleo?

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    • Sandra Lya

      Óleo de abacate q geralmente é o tipo avocado pq é mais concentrada a boa gordura. Tbm faz bem p saúde. Uso aqui no Brasil tbm com as outras gorduras boas como, óleo de linhaça, olivas extra virgem, ghee, coco. Bênçãos da natureza p nós.

      Responder
  • Sandra Lya

    Sempre bem vindas suas informações Flávio.
    Sempre gostei muito de coco, porém observando certo incômodo no fígado. Recentemente aprendi a fazer iogurte de coco, apenas c coco verde, seco e suas águas.
    O incômodo é menor mas, noto q dilata a região digestiva. Isso me entristece muito pq queria usar com frequência. Como ja deixei de usar os carbos nocivos ao cérebro, creio q isso já garante o futuro sem as doenças neurológicas. Enfim, com isso, acato entender q tudo posso, mas nem tudo me convém. Montar o próprio manual é a coisa q mais exige da gente. Grata Flávio!

    Responder
  • Pedro Luco Rodrigues

    Acho estranho essas noticias criticando o uso do óleo de coco.
    Eu sinto que me faz tão bem.
    E fico na dúvida, continuar usando ou não?
    A mídia deixa a gente louco.
    Todo dia tem noticias a favor ou contra o uso do óleo de coco.

    Responder
  • Jorge Cardoso da Silva

    Estou convencido de que há duas farmácias : ” a farmácia de Deus e a farmácias dos homens.” A farmácia de Deus previne ou cura (através dos alimentos….”saudáveis”.). A farmácia dos homens apenas remedia além de promover o famigerado “efeito colateral”. Já dizia Hipócrates (o pai da Medicina) antes de Cristo : “seja o alimento seu remédio….seja o remédio seu alimento” Portanto, dai César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. É notório que o óleo de coco possui benefícios mas, a farmácia dos homens insiste em vender veneno sintetizado , promovendo , repito, efeitos colaterais aumentado o curral dos ” gados doentes” .
    Parabéns, Flávio Passos.
    Matéria esclarecedora.

    Responder
  • neusa da silva

    Obrigada pelo esclarecimento.
    Fico na duvida sobre o oleo de coco pelos tipos que tem no mercado.
    extra virgem,organicos, ou d
    só o oleo mesmo.

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  • FLÁVIA

    Que matéria fantástica e esclarecedora! Obrigada Flávio compartilhar tamanho conhecimento e por vc e seus colaboradores se empenharem em passar informações tao valiosas que demonstram carinho e que se importam verdadeiramente com a qualidade de vida das pessoas !!
    Deveria ser erguida uma estátua em sua homenagem no Brasil !!! Parabéns e obrigada!!

    Responder
  • Djalma Romão Batista

    Muito bem colocado este estudo sobre o oleo de coco sem tendencias comerciais estritamente tecnica e cientifica. Os que são contrários ao uso do oleo de coco deveriam contestar da forma que foi exposta pelo Flávio e não só publicar sem respaldo cientifico. Parabéns pela apresentação.

    Responder
  • Andreia

    UM testemunho: em 2015, logo após ter meu filho, seguindo orientações do nutrólogo PhD Loren Cordain, que parece seguir uma linha similar adotada pelo autor deste site, cortei a maior parte dos carboidratos e grãos da minha dieta. Comia muitas folhas verdes, nozes, proteínas, algumas frutas e chá de hibiscus. Meu triglicérides total, que já era baixo (de 50 a 80) baixou para 10 (dez)! Já meu colesterol total ficou em 120 (sempre tive colesterol baixo, apesar de achar que isso não é vantagem nenhuma, pois também li vários artigos que argumentam que colesterol baixo não é sinônimo de saúde cardíaca). No entanto, o nível de triglicérides é um marcador de inflamação no corpo e o meu, depois de muito óleo de coco, estava baixíssimo! O médico nunca tinha visto nada igual.

    Responder

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