Jejuns Curtos: Uma das mais fabulosas práticas de saúde

Por Flávio Passos

“Eu jejuo para uma maior eficiência física e mental” Platão

“O jejum é o maior dos remédios, é o médico interior. ” Paracelso

Ainda é comum recomendações de que o ideal para a saúde seria se alimentar de três em três horas, e que necessitamos de pelo menos três refeições por dia (mais lanches e snacks), e que o café da manhã é a mais importante delas. É o que se ensina ainda na maioria das faculdades de nutrição, e o que ainda é prescrito pela maioria dos profissionais. Ainda, pois a imensa maioria de evidências científicas vem apontando outra direção…

Jejuar é não comer. É abster-se de alimento. Uma prática de privação, voluntária ou não, que permite ao organismo reciclar nutrientes, renovar e organizar sua estrutura biológica e metabólica, eliminar componentes desnecessários, fortalecer a imunidade, produzir hormônios em deficiência e rejuvenescer tecidos – além de amplificar a eficiência e desempenho físico e mental. Bom demais para ser verdade? Não – apenas uma função biológica que a Sabedoria Natural desenvolveu para o benefício da saúde do corpo.

Esta prática fez parte do desenvolvimento metabólico de nossos ancestrais, caçadores e coletores que praticavam o jejum com frequência, pois nem sempre havia alimento disponível no ambiente selvagem… muito menos de três em três horas. Ainda, a prática de jejum sempre foi utilizada para fins espirituais, quando o objetivo é deixar a percepção no auge de seu funcionamento (para meditação e prece). Médicos de diferentes tradições ancestrais recomendavam o jejum como ferramenta de regeneração e cura do organismo. Os próprios animais, quando ficam doentes, jejuam.

Recentemente passou a ser utilizada por empresários, empreendedores ou estudantes que precisam operar no auge de seu desempenho. Mesmo com toda esta funcionalidade e histórico, o que se fala por aí é que jejum enfraquece, causa perda de massa muscular e que não deve ser praticado de forma alguma. Será?

O QUE É O JEJUM INTERMITENTE?

Jejuns longos, de fato, requerem supervisão e conhecimento de si mesmo e de como a individualidade de seu corpo funciona. Mas jejuns curtos (os chamados jejuns intermitentes) podem ser utilizados pela maioria das pessoas. É uma técnica poderosa, simples e prática que pode transformar sua vida. E não custa nada.

A modalidade mais acessível e fácil de integrar com flexibilidade em nossa rotina é o jejum intermitente que dura de 16 a 24 horas (incluindo a noite de sono, que dura por volta de 8 horas). Este é um padrão que parece se aproximar muito do ritmo alimentar de nossos antepassados.

Diferentemente de hoje em dia, a comida não era facilmente acessada e armazenada, havia períodos de grande abundância, períodos de escassez e períodos de total ausência de alimentos, e o metabolismo do corpo humano se adaptou muito bem durantes os milênios em que isso ocorreu.

Ao contrário do que se pensa, uma pessoa saudável não se sentirá fraca e incapacitada ao ficar algumas horas sem comer, pelo contrário. Já pensou se o corpo realmente reagisse assim na ausência de alimentos? Não é justamente nessas horas que mais precisaríamos de força e percepção alerta e aguçada para caçar ou buscar alimento? E é isso mesmo que acontece – talvez não na primeira ou segunda vez do iniciante, que já acostumou o corpo durante anos ou décadas a se alimentar com frequência – mas após as primeiras tentativas, nos sentimos mais dispostos e alertas.

O jejum é especialmente fácil para quem já pratica uma dieta verdadeiramente natural, com baixo teor de carboidrato e elevado teor de gordura natural como fonte primária de nutrição. Um organismo ceto-adaptado (aquele que utiliza gordura alimentícia como combustível primário) tem extrema facilidade em jejuar: acaba sendo algo natural e sem esforço. O mesmo não pode ser dito para quem se alimenta primariamente de pão, arroz, batatas, bolachas, barrinhas e outras fontes de carboidrato. Assim, o primeiro passo para dominar a arte do jejum é, muitas vezes, organizar a própria nutrição. Ao mesmo tempo, jejuar em si é uma prática que auxilia a repensar e reeducar os hábitos alimentares. Para muitos, é mais fácil começar o processo de evolução de hábitos alimentares escolhendo QUANDO comer do que escolhendo O QUE COMER. Ainda assim, qualquer passo em direção à Saúde é bem vindo.

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FATOS CIENTÍFICOS

É válido ressaltar que o jejum é uma prática que desde o princípio dos tempos é utilizada por praticamente todos os povos e culturas do planeta. Além das conhecidas figuras bíblicas e de Jesus, alguns homens ilustres como Platão, Pitágoras, Gandhi e o médico alquimista Paracelso exaltaram suas virtudes, Paracelso chamou o jejum de “o médico interior” e de o “melhor remédio”.

Jejuns prolongados, de três dias ou mais, podem ocasionar benefícios mais profundos em determinadas áreas, como o de regeneração e recuperação profunda de diversos sistemas do do organismo. Pesquisas feitas pelo Dr. Valter Longo mostraram que jejuns de três ou quatro dias podem até mesmo criar um sistema imunológico novo à partir de células tronco. É impressionante.

Os benefícios da restrição calórica – ingerir uma quantidade bem menor de calorias do que a média – como a longevidade, já são conhecidos e pesquisados há algumas décadas. A sabedoria antiga diz que “quanto menos se come, mais se vive“, e isto é extensivamente demonstrado em qualquer organismo vivo. Comer mais do que o necessário envelhece prematuramente. Estudos recentes demonstram que os mesmos benefícios (e mais alguns) podem ser alcançados através do jejum intermitente.

Já existe uma quantidade sólida e considerável de evidências científicas (algumas referências estão listadas ao fim do artigo) apoiando o jejum intermitente como uma prática segura e eficaz para a melhora da saúde em geral, emagrecimento, perda de gordura, aumento de massa muscular, melhorias no funcionamento cardiovascular, cerebral e metabólico.

Durante o jejum, a produção de insulina diminui e a sensibilidade à insulina aumenta, isso significa que no refeeding, o corpo vai metabolizar o alimento de modo mais satisfatório. Através do jejum intermitente reeducamos o corpo a utilizar o alimento da maneira mais efetiva possível. Isso significa não há acúmulo de gordura e ocorre aumento muscular (se os músculos forem exercitados).

COMO?

A explicação é simples. Quando comemos com frequência constante, o corpo tem o alimento sempre disponível como fonte de energia e guarda as “sobras” na forma de gordura corporal. Na ausência de alimento, o corpo utiliza essa gordura estocada como fonte de energia, o que resulta em perda de peso e saúde para o organismo.

O jejum ainda traz um ganho extra para quem se exercita e quer melhorar a musculatura, após um treino em estado de jejum, assim que você se alimenta, há um aumento do hormônio do crescimento (HGH), que estimula o crescimento muscular e a queima de gordura. O HGH é um dos principais responsáveis por manter o corpo jovem.

Devido a esses fatos, encontramos muitos praticantes e entusiastas do jejum intermitente no meio fitness. Mas os benefícios vão muito além da boa forma física.

Quando o corpo está sem seu combustível usual – glicogênio – ele passa a queimar gordura e também passa a reciclar componentes celulares danificados, o que se chama de autólise inteligente, e através desse processo o corpo se recupera mais rápido e tem a capacidade de renovar os seus sistemas, como o sistema imunológico. Certamente é por essa razão que os animais quando estão doentes param de comer, eles estão permitindo que o corpo economize energia digestiva e encontre recursos para se recuperar mais rapidamente. Já percebeu como você perde o apetite quando está doente? Pois é. É o corpo clamando por jejum.

Tem mais – o jejum intermitente tem a incrível capacidade de reparar neurônios danificados e estimular o cérebro a gerar novos neurônios (neurogênese). A privação regular de calorias, além de estimular a renovação celular cerebral (e de todo o organismo), também aumenta a produção do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF, do inglês Brain derived neurotrophic factor). O BDNF é um membro da família das “neurotrofinas” e ajuda na sobrevivência neuronal e na neurogênese.

Há estudos também apontando que o jejum ajuda em distúrbios psíquicos, diminuindo sintomas de depressão, desânimo e agressividade. Compreende porque o jejum é considerado uma prática sagrada há milênios?

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COMO E QUANDO FAZER: RECOMENDAÇÕES E DIRETRIZES PRÁTICAS

É recomendável consultar seu médico e/ou nutricionista para a prática do jejum. Embora seja fundamentada e totalmente segura para adultos saudáveis, cada pessoa é única e algum acompanhamento pode ser necessário. Desaconselhamos o método para pessoas que utilizam medicamentos.

QUANDO NÃO FAZER:

  • NÃO é indicado para mulheres que estejam querendo engravidar e que estejam amamentando.
  • Muita cautela quando há quadros de infecções crônicas sérias (em alguns casos há melhoras, provavelmente por economia de energia dos processos digestivos e pela ativação da autofagia),
  • Fadiga crônica,
  • Num período em que não se está lidando bem com o estresse,
  • Problemas de sono,
  • Problemas no estômago como inflamações e infecções.
  • Desequilíbrios hormonais,
  • Fadiga adrenal

Muitos afirmam que o jejum pode não trazer tão bons resultados para as mulheres e pode também ser mais difícil e desconfortável. Portanto, recomendamos para as mulheres ir de modo bem gradativo e subtrair duas horas dos períodos de jejum indicados.

Dicas: Evite os dias pré-menstruais, pois a alteração hormonal costuma modificar o humor e os hábitos, podendo tornar o jejum mais difícil ou incômodo (cada caso é único, talvez o jejum possa ajuda-la!), evite principalmente durante e após o período menstrual, pois nesses dias seu corpo precisa de uma nutrição reforçada.

QUANDO FAZER:

É especialmente recomendado para:

  • Aqueles que querem perder peso,
  • Harmonizar a glicemia sanguínea,
  • Descansar o sistema digestivo
  • Propiciar um período de regeneração celular
  • Se concentrar em outras atividades
  • Diminuir gordura corporal e aumentar a massa muscular (sempre associado à exercícios e ao refeeding apropriado)
  • Melhorar o sistema imunológico e a saúde em geral

Há inúmeros estudos que comprovam que não há risco de perder massa magra com o jejum intermitente, mas é importante estar saudável e praticar exercícios físicos, de preferência aqueles que exigem força e resistência, como musculação. Embora o jejum possa ser um auxílio para recobrar a Saúde, esta prática realmente brilha quando exercitada por pessoas saudáveis.

A principal dica é compreender que é completamente natural para o corpo restringir seus períodos de alimentação de tempos em tempos. Se você duvida disto, a sua dúvida pode ser usada por sua mente para te fazer acreditar que precisa comer, sabotando seu projeto de jejum. Existe um excelente livro (Eat Stop Eat, de Brad Pillon (em inglês), abundante em referencias científicas, que basicamente comprova os benefícios do jejum e é feito para te convencer da absoluta segurança dos jejuns curtos (de até, no máximo, 3 dias). Assim, se as referencias contidas ao fim deste artigo não são suficientes para te deixar tranquilo e confiante para seguir com a prática, leia o livro.

Outra dica: o não comer é um período extremamente produtivo – seja para realizar tarefas, para estudar, trabalhar, caminhar, carregar peso…. seja para olhar para dentro, meditar, silenciar o pensamento. Não gaste este precioso período pensando em comida ou contando as horas para o momento de comer de novo. Simplesmente esqueça o assunto e não se permita ser carregado por sua mente até o universo dos alimentos. Tenha confiança de que seu corpo tem as reservas de que necessita e lembre-se de que é possível ficar sem comida e permanecer vivo por semanas, conforme a ciência comprovou. Aproveite seu curto jejum. Vá trabalhar.

As pesquisas sugerem que os benefícios acontecem das 16 horas (14 para mulheres) em diante, portanto 16 horas costuma ser o mínimo e pode ser praticado com frequência.  Esta é uma das práticas mais comuns de jejum intermitente – se alimentar diariamente por oito horas, e não se alimentar por dezesseis horas. Simplesmente jantar por volta das 20:00 e não tomar o café da manhã no dia seguinte, com o almoço às 12:00 completa 16 horas de jejum.  Para algumas pessoas é mais natural não comer de manhã, para outros é mais simples entrar em jejum no fim da tarde e pular o jantar. Não existem regras.

Métodos mais conhecidos:

  • “Pular o café da manhã”: consiste em ficar 16 horas (14 para mulheres) sem se alimentar, como foi mostrado no exemplo acima. Normalmente quem segue este padrão se alimenta numa janela de 8 horas (10 para mulheres), como das 12:00 às 20:00. É um jejum que não apresenta muitas dificuldades e quem o pratica frequentemente o faz quase que numa base diária.

Seguindo o raciocínio das janelas, pode-se diminuir as janelas em 6, 4 e até mesmo 2 horas, o grau de dificuldade vai aumentando e o pode ser difícil manter esse ritmo sem desconforto.

  • “Eat, Stop, Eat” – Coma, Pare, Coma: consiste num jejum de 24 horas uma ou duas vezes por semana. Este método foi popularizado por Brad Pilon, autor do livro “Eat, Stop, Eat”. Você escolhe um ou dois dias da semana, não precisam ser sempre os mesmos, é importante ter flexibilidade. Simplesmente comece o jejum a partir de uma refeição, pode ser o almoço ou janta, o que quiser, e coma novamente apenas no dia seguinte no mesmo horário. Por exemplo, jante 20:00 e volte a comer apenas as 20:00 do dia seguinte.
  • Jejum em dias alternados: Como o nome já diz, é comer um dia e outro não, neste caso os períodos de jejum podem atingir até 36 horas. É um padrão que apresenta muitos benefícios, mas é muito difícil de ser sustentado pela maioria.
  • Coma apenas num período definido de tempo (janela), por exemplo, apenas de 12:00 às 20:00. Basicamente você pulará o café da manhã e jantará mais cedo. Ao fazer isso, teremos 16 horas de jejum (das 20:00 até 12:00 do dia seguinte).

Importante: sempre mantenha seu corpo hidratado

Durante o jejum não ingerimos calorias. Bebidas como café e chá (sem açúcar!) podem ser consumidas.

EXERCÍCIO E JEJUM

Interessantemente, os efeitos metabólicos de exercícios físicos e de estados de jejum intermitente são muito parecidos:

  • Os níveis de insulina diminuem
  • A produção de hormônio do crescimento aumenta
  • Aumento na queima de gordura
  • Aumenta a movimentação de aminoácidos para fora e para dentro dos músculos, o que causa uma renovação e um aumento muscular

Exercitar-se no final do jejum (alimentar-se em seguida) pode trazer ainda melhores resultados ao treino!

Podemos afirmar que o jejum intermitente é um padrão alimentar bastante próximo do padrão natural do nosso organismo para que se mantenha em forma e saudável. Certamente mimetiza o ritmo das refeições dos nossos ancestrais, cuja disposição física e saúde geral é relatada como superior à média do ocidental moderno.

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RECAPITULANDO

O Jejum Intermitente:

  • É um modo efetivo de perder gordura corporal
  • Contribui para a renovação celular
  • Estimula o cérebro a criar novos neurônios
  • Diminui a produção de insulina
  • Aumenta a sensibilidade à insulina, que faz com que o corpo metabolize o alimento da maneira mais eficaz
  • Reduz o estresse oxidativo (atua como um anti-oxidante, protegendo o corpo)
  • Aumenta a produção do hormônio do crescimento (refeeding), que estimula o aumento da massa muscular e contribui para a saúde geral do organismo
  • Costuma melhorar nossa produtividade, não só por nos deixar mais alertas e dispostos, mas também pelo aumento de tempo disponível
  • Diminui inflamações
  • Economiza tempo (e dinheiro)!

Referências:

http://fitness.mercola.com/sites/fitness/archive/2013/11/08/beginners-guide-intermittent-fasting.aspx

http://jonbarron.org/detoxing-full-body-detox/water-fasting-intelligent-autolysis#.VWyKx61Viko

http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11357-011-9289-2

http://www.psy-journal.com/article/S0165-1781%2812%2900815-3/abstract

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15741046

http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11357-011-9289-2

http://www.marksdailyapple.com/fasting-brain-function/#axzz3icHAvcdu

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20534972

http://www.naturalnews.com/049794_stem_cells_fasting_immune_system.html

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S089158490600801X

http://www.nature.com/ijo/journal/v35/n5/full/ijo2010171a.html

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18779282

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12797841

http://chriskresser.com/is-intermittent-fasting-good-for-you/

Português:

http://www.lowcarb-paleo.com.br/2013/02/jejum-intermitente.html

Vídeos (em inglês):

Documentário BBC – Eat, Fast And Live Longer

https://www.youtube.com/watch?v=4UkZAwKoCP8

 

 

 

 

70 replies on “Jejuns Curtos: Uma das mais fabulosas práticas de saúde

  • Ana

    Ola, boa noite. Em caso de esclerose multipla em que e imoirtantw reforçar o.sistema imunológico, mas que é um inflamação no sistema nervoso… é aconselhável ou nao? E nem vale a pena ir . perguntar ao meu . médico que ele diz logo que a alimentação nao está relacionada com nada…

    Beijinhos*

    Responder
    • Flavio Passos

      Oi Ana, realmente é complicado sugerir tratamentos generalizados sem conhecer a fundo o caso. Eu não tenho autorização para fazer isto. Mas, em geral, jejuns curtos são bem inofensivos. Agradeço!

      Responder
  • Maycon

    Bacana tudo isso, não conhecia a importância do hábito de jejuar!
    E olha que sempre alguém fala para comer a cada 2 ou 3 horas… para não ficar (fraco).

    Na sua opinião quando não está jejuando, o ideal é ter 3 refeições ao longo do dia, café, almoço e janta… isso?
    Abraços

    Responder
  • Norma

    Maravilhoso o seu blog! Orientações e dicas valiosas com embasamento científico! Por favor, coloque o link para que possamos compartilhar essa preciosidade no facebook. Parabéns pelo excelente trabalho!!

    Responder
  • Carina

    E para sair do jejum, quais alimentos você indica para que o corpo tenha uma boa nutrição? Obrigada por compartilhar essas informações tão importantes!

    Responder
  • Thales Mantovani Ferreira

    Olá, super interessante o artigo, sempre tive o jejum como o vilão de um corpo saudável! Mas uma dúvida que sempre tive e ainda não consegui findar! Como dito em seu artigo, a pessoa que se alimenta de 3 em 3 horas acumula gorduras pelo excesso de alimento ingerido e a pessoa que faz o jejum gasta essas gorduras. Eis aqui minha dúvida, na faculdade meus professores ensinaram que a pessoa que se alimenta regradamente de 3 em 3 horas o corpo tende a eliminar o excesso pois sabe que sempre receberá alimento, assim não necessitando de grandes reservas, ao contrário das pessoas que se alimentam com grandes espaços de tempo, pois daí o corpo vai reservar alimentos em forma de gordura porque não saberá quando será alimentado outra vez! Será que esses dois conceitos fazem sentido se administrados corretamente? Tô confuso! rsrssrs Beijos 😉

    Responder
    • Bruno Schuarts

      Aparentemente é a lógica da mente humana e não do corpo, não acha?

      Vamos imaginar que nosso corpo evoluiu em um cenário bem diferente do atual, em que temos comida de forma abundante, portanto dificilmente a lógica do funcionamento do siga o ritmo de vida que temos hoje.

      Concorda?

      Responder
  • Renan

    Olá, poderia explicar melhor o que seria esse “refeeding” apropriado para quem deseja ganho massa muscular?
    ah, ótimo artigo, bem completo !!!

    Responder
  • Vanessa

    Olá Flavio!! Muito obrigada pelas informações valiosas!! Tenho duas dúvidas, para quem treina musculação logo ao acordar (6 da manhã), seria prejudicial treinar em jejum? Se sim, qual seriam as melhores fontes de energia rápida, para ser ingerida como pré treino, que não aumentam o nível de insulina no sangue?

    Responder
    • Flavio Passos

      Oi Vanessa, indivíduos diferentes respondem de maneira diferente. Em geral, as pesquisas apontam para: aeróbico em jejum funciona bem, musculação melhor com nutrição pré-treino. Abraços!

      Responder
  • Lucas fon Dolingüer

    Olá Flávio! Tenho muita facilidade para praticar jejum e a sensação de ‘estômago vazio’ é simplesmente deliciosa. Achei muito interessante a publicação e fiquei me perguntando o que eu deveria comer dentro do meu período de alimentação. Desejo começar a me alimentar uma ou duas vezes no máximo durante o dia, mas gostaria de saber o que é importante eu ingerir nesta refeição. Eu tenho corrido dia sim dia não e atualmente tenho 31 anos. Sou um homem saudável e de estatura mediana. A noite trabalho como garçom. Você poderia me sugerir algo? Desde já muito obrigado.

    Responder
  • Tulio Melo

    Olá Flavio,
    Antes de tudo, queria te parabenizar pelo belo conteúdo que você disponibiliza aqui no blog e também nos hangouts pelo youtube, suas palestras e artigos abriram bastante minha mente quando se trata de alimentação. A minha dúvida não tem muito haver com o tema “jejum”, mas pode haver alguma ligação. Por que a maioria dos profissionais que trabalham com alimentação, recomendam ou afiram que a principal refeição seria o café da manhã, sendo assim, a pessoa estaria livre para ingerir carboidratos em maior quantidade, digo, ingerir sem se sentir culpado, tendo em vista que em um de seus hangouts você aconselhou uma alimentação bem leve ou um jejum pela manhã e a ingestão de doces e ou carboidratos pela noite, me corrige se meu entendimento está equivocado. Mais uma vez muito obrigado! Paz e Luz!

    Responder
  • Rafael

    Boa tarde Flávio,

    acompanho suas postagens desde que vi o seu curso ao vivo no Edukar e já naquela época você falou do jejum intermitente. Pois bem, até onde eu sei, o meu blog é o primeiro e único do Brasil que trata exclusivamente sobre o Leangains:

    http://www.dietaemalhacao.com.br

    Eu ficaria feliz se você desse uma passada por lá, acho que você vai se interessar pelo meu conteúdo assim como eu acho o conteúdo do seu blog deveras interessante.

    Também tenho página no Facebook, inclusive compartilhei esse seu post lá e ele foi bastante visualizado.

    Abraços,
    Rafael.

    Responder
  • Fernanda

    Olá Flávio,

    Como vai?
    Muito bom!
    Adorei! Muito obrigada! 😉

    Eu sou do tipo que acordo sem fome… já faz um tempinho que não como nada no café da manhã… veio tomando agua de coco + avocado + oleo de coco + chia, bato tudo e vou treinar crossfit logo depois… tenho 38 anos, faço crossfit há 5 meses, evoluí muito… mas sempre me culpo por achar que devo comer algo mais reforçado para conseguir treinar melhor… você acha que é preciso? Ou talvez eu preciso comer melhor depois do treino e até final do dia? =) Será que você me responde? Pode dar uma dicas? =) Meu caso é emagrecer um pouco (4kg) e ganhar definição… tomo whey quando termino a aula… eu comprei umas coisas na sua loja… chegou hoje! =))) Obrigada pela atenção! Sou sua fã!

    Responder
  • Denise Camacho

    Olá Flávio conheci seu trabalho a poucos dias ao assistir o sue programa “Comer bem que mal tem” . Hoje com um pouco de tempo resolvi olhar sua página e me deparei com esse artigo excelente, conheço a prática do jejum orientada para um fortalecimento espiritual (junto com a meditação da Bíblia e oração; Não imaginava que era uma recomendação para melhoria da saúde com tantas referências de estudos. Adore esse artigo li, vou compartilhar e confesso que vou voltar aos poucos praticar.
    Parabéns pelo seu trabalho!!!

    Responder
  • Kátia Bezerra

    Parabéns , Flávio!!
    Maravilhoso artigo!!
    Eu já tenho hábito de só comer nesse período de
    12:00. as 22:00 h , com atividade física inclusa…..e pensava que estava fazendo tudo errado!!
    Pra minha surpresa e satisfaçäo , lendo seu artigo, percebo que estou fazendo tudo certo!!
    Que alegria descobrir isso!!
    Informação útil e saudável é um bálsamo pra nossa alma, obrigado por esse serviço prestado a população .

    Responder
  • Shiva Cerutti

    Fiz isto a vida inteira, sem saber. Mais de 17hs geralmente entro em crise de tremor pela queda da glicemia, mas faço direto mais de 12hs de jejum. Eu simplesmente esquecia de comer.
    Nunca tomei café, pulava para o almoço às 13hs, 15hs.
    Quando passei a comer as 3 refeições diárias notei ganho rápido de gordura, mesmo com atividades aeróbicas.

    Responder
  • Rodrigo Varjao

    Flavio, muito interessante o artigo, e já estou praticando o16 horas duas vezes na semana. Eu estou lendo, assistindo quase tudo seu, curso do eduk, instagram, face, hangouts, programa, blog… Queria saber um pouco mais de você que não consegui achar estas informações e ficaria muito grato se você me informasse.
    O que você come no almoço? Sei que não come grãos, frango e carne vermelha, vc come peixe todos os dias? Ou todos os dias vc come ovos orgânicos?
    Quais os 10 alimentos que vc considera os melhores do mundo além do abacate (: ?
    No curso vc fala sobre se exercitar em 15 minutos em alta intensidade, você poderia escrever um artigo ou uma postagem sobre isso? Isto realmente funciona?
    Desculpa perguntar tanta coisa mas eu realmente admiro muito seu trabalho.

    Responder
  • Nisia Maria Ferreira dos Santos

    Fiquei muito interessada em comprar macadâmia pura,sem sal.açúcar ou temperos.para fazer o shake proteico orgânico que vc ensinou no programa,na Sony(Ômega 7,etc)
    Qual a minha surpresa ao saber que não tem à venda nem na Vida Pura….Pretendia deixar de molho algumas horas,para retirar fitatos(ela tem?)…

    Responder
  • Monique

    Flavio, te conheci pelo programa “Comer bem que mal tem?” E acho incrível a forma como vc vê o ato de se alimentar, se exercitar e afins. Fico encantada com seus estudos, e com certeza vou praticar o jejum de 14h com todo o cuidado, obrigado por compartilhar seus conhecimentos da forma mas brilhante possivel

    Responder
  • Vitor Passos

    Olá Flávio, conheci seu site e achei simplesmente demais. Muito massa os produtos e os artigos que você escreve. É muito bom poder encontrar alguém que se preocupe de verdade com a saúde. Só gostaria de perguntar: algumas pessoas consomem gordura nesse período de jejum, por exemplo, colocando no café. A gordura quebra o estado de jejum? Aumenta a glicemia e diminui o GH? Isso pode mudar também de acordo com a quantidade ingerida? Muito grato pelo site. Continue com o ótimo trabalho!!

    Responder
    • Flavio Passos

      Fala Victor! Agradeço pelo comentário! Não, as gorduras não quebram o estado de jejum, independente da quantidade, pois não ativam a insulina. Abraços !

      Responder
  • Antônio

    Olá Flávio, interessante artigo. No meu caso pelo tempo que encaixo minhas atividades, conseguiria atingir o jejum de 12 ou 19 horas. 12 horas já traria algum beneficio? Ou o recomendável é 19 horas?

    Responder
  • Taiane Raulino

    Boa tarde Flávio!!! Maravilhoso teu artigo, obrigada!!!
    Tenho só uma dúvida: o café com manteiga ghee e óleo de coco quebra o jejum ou não?

    Responder
  • Leonardo Ribas

    Oi, Flávio! Queria dizer que adorei o seu texto. Fiquei apenas com uma dúvida: se os nossos ancestrais eram tão saudáveis, então porque eles viviam tão pouco? Agradeço desde já.

    Responder
    • Flavio Passos

      Oi Leonardo!

      O tempo de vida médio era curto por uma série de razões: infecções, ausência de medicina, predadores, etc.

      Hoje temos segurança e medicina, o que nos permite viver mais. E, tudo indica, viveremos ainda melhor se implementarmos “tecnologias” ancestrais como o jejum. Abraços!

      Responder
  • Guilherme Figueiredo Ferreira

    Tudo Bem Flavio!!
    Otimo Artigo.

    Amigo, agora fiquei com uma duvida.
    Tenho facilidade em fazer o jejum intermitente, das 20:00 as 12:00.
    Faço academia todos as dias as 06:00. Acordo as 5:00 da manha, tomo um copo de agua natural, com meio sumo de limão + sal rosa do himalaia e tambem 3 gramas de spirulna. Vou para a academia e por volta das 07:30 tomo o bulletproof. Essa combinação prejudica o jejum?
    Um forte abraço!!!

    Responder
  • Amanda Queiroz

    Oláaa!!! Altamente enriquecedor!!! Flávio, a respeito do jejum de três dias… Como devo proceder, referente as minhas atividades diárias( trabalho, corrida), devo me exercitar!? P.s – Já pratico o jejum de 24 horas semanalmente, com facilidade!!! Grande abraço.

    Responder
  • Thais

    Gostei muito do seu blog, muito interessante! Também já fiz algumas receitas suas e achei uma delícia. Você realmente me inspirou em melhorar minha alimentação. Muito bacana!

    Responder
  • Michele Oliveira

    Oi Flavio, 🙂
    Estou gestante já no final (quase 9 meses) e tenho inchado muito. Sei que dizem que é normal, porém não sei se existe possibilidade de melhora uma vez que sinto-me horrível fisicamente e emocionalmente.
    Minha alimentação é saudável, paleo na medida do possível com frutas, legumes, proteínas, sempre o mais limpo possível e pouco sal.
    Vc acha que um jejum intermitente curto, até 16hrs, pode melhorar esse inchaço?

    Obrigada, abraços.

    Responder
  • Daniel Mazza

    Olá Flavio, o jejum em período de sono é menos eficiente?
    No caso se eu começar as 17h e só comer as 06h traria menos resultados do que se fizesse durante o dia?

    Agradeço e aprecio muito seu trabalho, estou entrando no caminho saudável e da alta performance.
    Estou tomando o Bulletproof coffe (ou café HighStakes como diria nosso querido Goffi), usando seu Lótus de Coco e estão me trazendo excelentes resultados

    Obrigado

    Responder
  • Rodeigo

    Muito boa a matéria !!!
    Mas se eu fizer o um jejum de 24 hrs por semana e fazer nos dias restantes da semana as 16 hrs de jejum também, seria bom ou apenas um ou outro já estaria de bom tamanho?

    Responder
  • Paulo Coutinho

    Tenho feito e me sinto muito bem. Além de vegetariano tenho me afastado naturalmente de lacticínios também. Já que nossas células se renovam a cada 35 dias, o que vc come servirá de combustível para as novas células, portanto comer alimentos naturais e vivos uma vez por dia pode te levar aos 120 anos de idade saudável e feliz. Há pessoas que aparentam 30 anos a menos do q têm e nunca vão ao médico.

    Responder
  • MARCELE REICHOW

    Flávio, tudo bem!!

    O jejum é somente para alimento sólido? Digo, se eu comer a noite por volta das 20:00, na manhã seguinte, consumir ou algum suco (verde, roxo, vermelho) ou o café com óleo de côco, depois só comer comida ao meio dia, seria considerado como jejum?

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    • Irenice Miranda Ramos e Lima

      Ótimo artigo…Flávio! Parabéns pela pesquisa!
      Já fiz muitos tipos de jejuns. Alguns numa perspectiva espiritual, outros numa perspectiva de saúde. Fiz um tratamento pela bioenergética, onde passei 7 (sete) dias tomando apenas água de coco. Foi uma experiência fantástica, pois foi o período onde estive mais ativa e energeticamente forte.
      Com relação a sua orientação, acerca do jejum intermitente, lhe pergunto:
      Se eu optar em jantar às 20h e só me alimentar a partir das 12h do dia seguinte, posso no período do jejum tomar os meus suplementos, normalmente…tipo, Clorella e Spirulina, bem como “Atenolol” de 25 mg (para equilibrar a pressão arterial)?

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  • Irenice Miranda Ramos e Lima

    Ótimo artigo…Flávio! Parabéns pela pesquisa!
    Já fiz muitos tipos de jejuns. Alguns numa perspectiva espiritual, outros numa perspectiva de saúde. Fiz um tratamento pela bioenergética, onde passei 7 (sete) dias tomando apenas água de coco. Foi uma experiência fantástica, pois foi o período onde estive mais ativa e energeticamente forte.
    Com relação a sua orientação, acerca do jejum intermitente, lhe pergunto:
    Se eu optar em jantar às 20h e só me alimentar a partir das 12h do dia seguinte, posso no período do jejum tomar os meus suplementos, normalmente…tipo, Clorella e Spirulina, bem como “Atenolol” de 25 mg (para equilibrar a pressão arterial)?

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  • Gabriela

    Muito interessantes as informações! Sempre acreditei que as frutas seriam a melhor opção para o café da manhã. Confesso ter ficado perplexa, um misto de chocada com decepcionada. Obrigada por compartilhar!

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  • Waleska Masutti

    Flávio, sinceramente não me faz o menor sentido essa história de jejum. Nossos ancestrais faziam porque eram OBRIGADOS – não havia alimento disponível todo o tempo. Mas SEMPRE que eles tinham alimento, eles comiam! Me parece que estamos tentando ignorar a evolução. Se temos alimento disponível para nos alimentar 3 vezes ao dia ou 6, porque não? Obviamente, nosso corpo irá se adaptar a esse cenário e criar novos mecanismos para queimar gordura, regenerar células e tudo mais… Isso se chama evolução! Essa história de jejum me soa como que se tivéssemos que voltar ao tempo das cavernas para sermos saudáveis! Qual a lógica disso? E porque teríamos passado saído das cavernas e parado de caçar alimentos, se essa fosse a única maneira de sermos saudáveis? Evoluimos sem alimento porque esse era o cenário disponível! Agora vivemos em outra era – iremos evoluir também diante desse novo cenário! Por favor, me responda! Não estou tentando “negar” os benefícios do jejum (por favor não é esse meu objetivo) – creio que ele foi útil para o período em que tivemos que viver com ele, mas não me parece fazer sentido mantermos essa prática se temos atualmente um outro cenário – e se podemos também evoluir com ele!

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  • Kennie Vanessa

    Muito bom o artigo! já fiz jejum mas por questões espirituais, religião confesso que jamais imaginei que fizesse bem à saúde! Gostei dos vídeos e dos artigos que você fez, parabéns pelo belo trabalho e principalmente por compartilhar com as pessoas! No início do ano li o livro “Eu consigo emagrecer” não sou e nunca fui obesa, mas como o livro trata de alimentação saudável li o livro que foi escrito por um médico americano e ele recomenda que não se coma carne, glúten e laticínios que a alimentação seja voltada para verduras, legumes e frutas. Desde então consegui tirar o leite e o iogurte que eu tanto gostava mas ainda não consegui abolir completamente a carne o que eu achei que seria mais fácil, você aprova essa dieta? Sempre bom adquirir novos conhecimentos e aprimorar o que já se sabe. Vou começar a fazer o ritual matinal no inicio da semana e o jejum.

    Só uma pergunta… tomo remédio para controlar a pressão arterial mesmo assim recomenda o sal na água com limão?
    Mais uma vez obrigado por compartilhar conosco seus conhecimentos!

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  • Carolina Vasconcellos

    Olá Flávio! Estou aprendendo muito com os seus artigos, principalmente pq estou tentando melhorar a minha alimentação. Tenho vontade de testar o jejum intermitente. Atualmente estou fazendo uma dieta baixa em carboidratos. Diminui consideravelmente o consumo de carbo para em breve iniciar o jejum. Segundo li antes de realizar o jejum o ideal é pelo menos 3 meses de dieta baixa em carbo para habituar o corpo. Isso realmente é necessário?

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  • Miriam Machado

    Oi Flávio,
    Já estive me interando dessa nova maneira de me alimentar. Tem muito a ver com a Paleo. Lá eles nos ensinam a fazer um brodo de ossos para ser tomado durante o jejum intermitente. É basicamente composto de ossos e alguns legumes e hortaliças que são totalmente coados no final de um cozimento longo e lento. O que você acha? quebraria o jejum?

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  • Juliete

    Super parabéns pelo artigo incrível e pelas ótimas referêrencias, era tudo que eu precisava.
    Me sinto livre ao saber que não tem problema a sensação de fome, que não faz mal a saúde.
    Muitíssimo obrigada.

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  • Mayara M. Guth

    Flavio,

    gostaria de saber qual a quantidade de água indicada para se beber ao dia.
    Precisa ser de acordo com o peso corporal?
    Assisti uma palestra sua de 2 horas e você não tocou na água, incrível!

    Mayara M. Guth

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  • Taciana Peixoto

    Comecei o Jejum por causa do meu problema de estômago (cólon redundante) e tem me ajudado bastante, pois a sensação de inchaço diminuiu, agora continuo com problema sério (que ja tinha) de evacuar. Gostaria de saber qual alimento posso esta ingerindo que me auxiliasse nesse problema.

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