CINCO MANEIRAS QUE A GRATIDÃO ALTERA NOSSO CÉREBRO

Por Ryan Munsey

Ben Greenfield está lançando sua Revista sobre Gratidão Cristã no Kickstarter hoje.

Ele está no OPP (Optimal Performance) compartilhando a ciência por trás do impacto positivo que as práticas da gratidão têm sobre o nosso cérebro (independentemente da filiação religiosa).

E ele é o Ben Greenfield, então você sabe que trataremos de muitos outros assuntos – incluindo injeções de oxitocina, terapia de luz vermelha, formação em hiper e hipo-oxigenação, mitocôndrias, telômeros e as melhores dicas do Ben para o prolongamento da vida.

 

CINCO MANEIRAS QUE A GRATIDÃO ALTERA NOSSO CÉREBRO
+ TELÔMEROS, OXITOCINA E OXIGÊNIO

 

Como a Gratidão Altera nosso Cérebro

Um estudo sobre varredura cerebral na NeuroImage (revista sobre o funcionamento cerebral) nos aproxima de uma compreensão do porquê a gratidão tem esses efeitos. Os resultados sugerem que, mesmo meses após uma tarefa de escrita simples e curta sobre a gratidão, o cérebro das pessoas ainda se sente conectado a uma sensação de gratidão extra. A implicação é que as tarefas de gratidão funcionam, pelo menos em parte, porque elas têm uma natureza de autoperpetuação:

“Quanto mais você pratica a gratidão, mais sintonizado você fica com ela, e mais você se beneficia de seus efeitos psicológicos.” – Ben Greenfield

Aqui estão alguns dos benefícios e pesquisas que Ben compartilhou neste episódio de Podcast sobre Desempenho Ideal.

1. A gratidão aprimora a saúde mental

Um artigo no Journal of Personality and Individual Differences mostrou que “elevados níveis de gratidão foram associados com níveis elevados de bem-estar pessoal, maior satisfação na vida e menores níveis de angústia psicológica”.

Um estudo de 2014 feito por pesquisadores do Indian Journal of Positive Psychology verificou que a gratidão aumenta a felicidade.

Dois estudos de 2014 da Universidade de Utrecht na Holanda verificou que a gratidão e os atos de gentileza têm um forte impacto sobre as emoções positivas. Isso é especialmente fascinante quando você considera o trabalho de colegas como Bruce Lipton, autor do livro “A Biologia da Crença”, ou Jerry Tennant, autor de “Healing is Voltage” (ainda sem tradução no português) ou David Hawkins, autor de “Healing & Recovery”, todos os quais traçaram correlações extremamente fortes entre as emoções positivas, a física quântica, as alterações nas configurações das proteínas e a voltagem da membrana celular.

2. A gratidão aprimora a saúde física

Este documento de 2015 no Journal of Religion and Health verificou que aqueles que se sentiam mais gratos pelo que eram e pelo que tinham eram mais esperançosos e fisicamente mais saudáveis.

Psychology Today cita diversos estudos que verificaram que as pessoas que relataram ser mais gratas também relataram sentir menos dores e estar mais propensas a ir ao médico e cuidar de si próprias.

Pesquisas mostram que, quando focamos naquilo que apreciamos, o sistema nervoso parassimpático ou a parte calmante do sistema nervoso é acionada, e isso pode conferir benefícios de proteção ao organismo, incluindo a diminuição dos níveis de cortisol e, talvez, o aumento da oxitocina, o hormônio de ligação envolvido nas relações que nos conferem a sensação de bem-estar.

3. A gratidão aprimora a resiliência

Em um estudo de 2006 do periódico Behaviour Research and Therapy, os cientistas verificaram que os veteranos da guerra do Vietnã com maiores níveis de gratidão eram mais resilientes e menos impactados pela síndrome do estresse pós-traumático.

Um outro estudo de 2003, do Journal of Personality and Social Psychology, verificou que as pessoas com doenças neuromusculares que mantinham um “diário sobre a gratidão” relataram uma sensação maior de bem-estar e bom humor ao fim do estudo, em comparação com aqueles que não fizeram tais anotações.

4. A gratidão ativa a região do tronco encefálico que libera dopamina e serotonina

Os benefícios da gratidão começam com o sistema da dopamina, porque sentir-se grato ativa a região do tronco encefálico que produz dopamina. Além disso, ser grato com os demais aumenta a atividade nos circuitos sociais da dopamina, tornando as interações sociais mais agradáveis.

Assim como o antidepressivo Prozac, a gratidão aumenta os níveis circulantes do neurotransmissor serotonina.

Pensar nas coisas pelas quais você é grato força-o a focar nos aspectos positivos da sua vida. Este simples ato aumenta a produção de serotonina no córtex cingulado anterior.

5. A gratidão melhora o sono

Um estudo de 2009 do Journal o Psychosomatic Research verificou que aqueles que expressavam ser gratos com mais frequência dormiam melhor e por mais tempo do que aqueles que assim não procediam.

De acordo com um estudo de 2011, publicado em Applied Psychology: Health and Well-Being, fazer anotações em um diário sobre a gratidão melhora o sono. Algo tão simples quanto escrever uma lista de coisas pelas quais você é grato ao fim do dia também pode ajudar a dormir melhor.

Um estudo de 2015 da Universidade da Califórnia, em San Diego, que incluiu o pesquisador Deepak Chopra, verificou que a gratidão está associada com menos fadiga, melhor sono, menos depressão e aumento da função cardíaca.

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